Preparam-se mudanças nas regras das emissões poluentes e a ministra do Ambiente avisa para os impactos negativos nos setores industriais cruciais em Portugal como cerâmica, vidro e cimento.
Administração norte-americana pediu aos países europeus que aumentem as restrições nas chegadas da RDC e Uganda. O pedido terá chegado a Bruxelas por intermédio do Embaixador Bill White e visava viajantes congoleses. Frank Vandenbroucke, ministro da Saúde belga, diz que irá continuar a seguir as recomendações científicas.
“Se um Estado-membro não tiver notificado as medidas de transposição no prazo legal, a Comissão avaliará a situação e poderá instaurar um processo de infração”, disse à Lusa um porta-voz do executivo comunitário.
Os investimentos da China, no interior do País, orientados para a inovação e indústria têm-se defrontado com a presença de múltiplos entraves, o que em nada favorece o seu desenvolvimento.
A ironia é que a Península Ibérica não é apenas um grande produtor de energia renovável. É também um dos raros territórios europeus com capacidade real de armazenamento em escala. O que Bruxelas procura em relatórios, protótipos e projetos-piloto já existe, opera e escala em Portugal e Espanha.
“Estamos convencidos de que, se não houver anormalidades até ao final do ano, o PRR vai ser executado”, afirmou Manuel Castro Almeida, na conferência PTRR: Um novo ciclo de investimento, em Lisboa.
A concretizar-se a projeção do Ministério das Finanças para o investimento, seria o ano de maior aceleração desta componente do PIB desde 2000 - uma possibilidade agravada pela incerteza criada pelo conflito no Médio Oriente, tal como a dinâmica de preços, onde o Governo também se mostra otimista.
De acordo com informação da Comissão Europeia, Portugal (bem como Grécia e Malta) não transpôs para a legislação nacional a diretiva 2023/2413, referente à aceleração da transição energética para fontes renováveis e ao desenvolvimento de energia limpa em todos os setores da economia.
O acesso aos dados do motor de pesquisa também beneficiará os chatbots de inteligência artificial. A tecnológica considera que partilhar informação com os concorrentes coloca a privacidade em risco.
Em causa está uma caixa de ferramentas que Bruxelas vai divulgar para fazer face aos elevados preços da energia, incluindo apoio direcionado a consumidores e empresas, possíveis reduções fiscais e ajustes de tarifas e utilização de instrumentos de mercado e reservas estratégicas, numa altura em que se assinalam quase dois meses desde os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e da consequente resposta iraniana.
Quando – e se houver – uma onda de fusões transnacionais seremos quase sempre presas e não predadores. Portanto, cuidado com o que se deseja, não vai ser possível agradar a todos, embora me pareça que o destino é inevitável. Orgulhosamente sós… nem na América.
“Recebemos a carta. Estamos atualmente a analisá-la e responderemos em devido tempo”, afirma fonte oficial do executivo comunitário em resposta escrita enviada à agência Lusa, na sequência de uma carta enviada a Bruxelas pelos ministros português das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e os seus homólogos alemão, espanhol, italiano e austríaco.
Portugal tem agora dois meses para responder e finalizar a adoção destas normas, sob pena de o processo avançar para a fase seguinte, com o envio de um parecer fundamentado.
Cada vez mais países em todo o mundo apostam nos museus como montra de Cultura, testemunho da jornada coletiva da humanidade. Preservam o passado, educam o presente e inspiram o futuro. E existem para ser vividos.
A ministra dos Negócios Estrangeiros da Islândia, Thorgerdur Katrin, afirmou em entrevista ao "Politico" que, dada a proximidade da ilha à estrutura da UE, por fazer parte do Espaço Schengen e ser membro do Espaço Económico Europeu, "não será complicado" para o país concluir o processo de adesão, prevendo negociações "bastante rápidas".
“Nós não vemos, à data, uma necessidade de um orçamento retificativo, [mas] isso não significa que, mais à frente, se as circunstâncias o impuserem, não se tenha que reequacionar essa questão”, declarou Joaquim Miranda Sarmento.
Em declarações aos jornalistas portugueses em Bruxelas depois de se reunir com os seus homólogos da UE, na reunião do Ecofin, o governante apontou que “a Comissão tomará essa decisão”, se considera tais ajudas públicas como despesas 'one-off', que não contam para a despesa líquida primária, por serem pontuais.
“Em tempos de polarização e fragmentação no mundo, a visão global da Europa é um verdadeiro trunfo estratégico”, disse, falando na conferência anual de embaixadores da UE.