Topo da Agenda: o que não pode perder nos mercados e na economia esta quinta-feira

Decorre a reunião informal do Conselho dos Assuntos Gerais da União Europeia, até 4 de setembro, em Dublin.

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Uniao Europeia

Quinta-feira, 3 de setembro

Evento em destaque: Reunião informal do Conselho dos Assuntos Gerais da União Europeia

Até 4 de setembro na cidade de Dublin, na Irlanda o debate será marcado pelo alargamento da União Europeia e o novo quadro financeiro

Outros eventos em foco

  • Início da época extraordinária dos exames finais nacionais do ensino secundário (até 8 de setembro)
  • Entra em vigor Regulamento da UE que atualiza a lista de países terceiros autorizados a exportar para a UE animais destinados à produção de alimentos e produtos de origem animal. Em causa nomeadamente a utilização de determinados antimicrobianos.
  • Organização Meteorológica Mundial deverá divulgar as condições atuais da evolução do fenómeno El Niño
  • Em Bruxelas, decorre a conferência de imprensa da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) sobre questões ambientais e entrada/saída nas fronteiras da UE
  • Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) publica acórdão relativo a congelamento de ativos na sequência da guerra na Ucrânia
  • Tribunal de Contas Europeu (TCE): Relatório sobre desafios e oportunidades da evolução da política de defesa da UE
  • Eurostat: preços de produção industrial no mercado interno (julho)
  • Alemanha: dados do mercado automóvel (agosto)
  • Suíça: PIB – Estimativa SECO (segundo trimestre)
  • EUA: balança comercial (julho)
  • Canadá: balança comercial (julho)
  • Moçambique: Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) recebe delegação empresarial da Alemanha

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De acordo com a publicação BiGo Finance o nível de reservas de gás que a União Europeia detém nesta altura deve-se a um erro de cálculo. O bloco europeu vinha adiando as compras de gás na expetativa de que o conflito no Médio Oriente, que se iniciou em fevereiro entre Estados Unidos, Israel, e Irão, tivesse um desfecho rápido, permitindo que o gás natural vindo do Qatar voltasse a passar pelo Estreito de Ormuz a um preço mais baixo. Contudo o cenário de momento não se concretizou.