Num momento em que as cidades europeias reforçam zonas de baixas emissões e restrições à circulação automóvel, importa colocar uma questão incómoda: serão as políticas ambientais mais restritivas também as mais eficazes? A economia ambiental responde: depende do seu desenho.
A evolução para posições extremistas tem, em regra, por base, problemas de insegurança dos novos líderes nas suas novas funções e o terror à concorrência.
O Euro Digital terá potencial para ser o motor de competitividade e crescimento, mas apenas se a coragem política acompanhar a aparente ambição tecnológica.
Se Portugal fosse uma empresa, olharíamos para o PRR como uma linha de investimento em curso e perguntaríamos, no conselho de administração: como é que este investimento se transforma em competitividade, em mercados e em salários melhores?
A complexa composição parlamentar atual deixava antever uma abordagem diferente ao processo de negociação orçamental, uma vez que não se previa a procura de consensos junto de um parceiro à direita nem trazer a discussão para o antigo “arco da governação”. Neste sentido, o Governo optou por nos dar boa esperança de aprovação do Orçamento […]
Os ataques de André Ventura, embora nem todos, são agora um pouco mais calibrados e têm uma via de fuga argumentativa que lhe permite insinuar o que, com tantos votos e ambição, agora já não pode dizer.
Se as empresas querem resiliência, persistência e ambição, não seria pior terem nos seus quadros pessoas que, partindo de condições desfavoráveis, conseguiram igual, ou melhor, que outros que partiram de condições muito mais vantajosas.
Que ninguém duvide de que Elon Musk persegue os seus próprios interesses, mas temos de perceber, além do marketing, se os queremos partilhar. E qual será o custo.
O tecido empresarial português está muito retalhado, cheio de empresas autónomas, com propriedade individual singular, muito separadas operacionalmente, concorrendo entre si em muita coisa, em quase todas as áreas.
Especialista da consultora britânica Aurora Energy Research explica ao JE porque é que considera que o PNEC 2030 atualizado deverá ficar abaixo das metas previstas.
A forma como caiu o Governo não criou o sentido de urgência de mudança, de ambicionar ir mais além do que o “meu bairro”. Continuaremos a pensar pequenino!
As respostas políticas às crises atuais não passam por abdicarmos das nossas responsabilidades climáticas. Não temos o direito de sacrificar o futuro pelo presente.