Urgem regras de criação e manutenção das taxas cobradas pelos vários serviços da administração pública. Impõe-se uma nova lógica contrária à do rolo compressor do legislador.
"O salário recebido pelos docentes da educação pré-escolar, do ensino básico e do ensino secundário – ou seja, o salário líquido – nunca atinge os dois mil euros", assegura a Fenprof, contrariando o que foi noticiado com base em dados do Ministério da Educação que não contemplam os professores com contratados a termo.
"Sobre SIADAP, na perspetiva do Governo, existe a necessidade de garantir que o trabalhador não faz toda a sua carreira com tão poucas progressões, mas não entendemos que isso deva ser conseguido deixando de ter quotas", disse Mariana Vieira da Silva, no Parlamento.
"Desde ontem que ultrapassamos a barreira dos mil milhões de euros pagos em matéria do PRR", anunciou a ministra da Presidência. Mariana Vieira da Silva está a ser ouvida no Parlamento, no âmbito da discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2023.
Falta, no nosso país, uma cultura generalizada que melhor enquadre a livre iniciativa empresarial. Isso exige mudanças de mentalidade não só do Estado, mas também dos próprios agentes empresariais.
É dia do Governo assinar um acordo com duas das três estruturas sindicais que representam os trabalhadores da Administração Pública. Há 23 anos que tal não acontecia. O Jornal Económico explica o que consta desse entendimento.
O Governo comprometeu-se com aumentos salariais para os funcionários públicos em todos os anos da legislatura, mas deixou a porta aberta a uma eventual revisão dessa trajetória. Isto num momento marcado pela incerteza.
"É, pois, com espanto que somos confrontados com a informação da assinatura de um acordo com outras estruturas sindicais que, versando sobre matérias que o Governo se propôs a negociar a partir da segunda quinzena de outubro, nunca foram colocadas à discussão com a Frente Comum", afirma a Frente Comum.
Helena Rodrigues destacou ainda que o acordo que será assinado na segunda-feira vem dar “previsibilidade e alguma estabilidade” na revalorização das carreiras, observando que o mesmo não trava os cadernos reivindicativos anuais que os sindicatos apresentam.
"Este acordo contempla a persistente disponibilidade da Fesap para a negociação plurianual, tendo em consideração a necessidades da valorização das carreiras dos trabalhadores da administração pública". Entendimento será assinado esta segunda-feira.
O Governo, a FESAP e o STE vão assinar esta segunda-feira um acordo plurianual de valorização dos trabalhadores da Administração Pública. Afinal, todos os técnicos superiores vão ter um aumento extra de 52 euros no próximo ano e a subida do subsídio de refeição começará a produzir efeitos já este mês.
A UTAO avisa: a proposta de Orçamento do Estado restringe a gestão dos serviços e empresas públicas, ao limitar a aquisição de serviços e o recrutamento de trabalhadores. Alerta consta da primeira apreciação da unidade especializada ao documento entregue por Fernando Medina no Parlamento.
A reunião suplementar entre o Governo e os sindicatos da Administração Pública terminou sem avanços. A maioria dos funcionários do Estado vai mesmo ver o salário subir 52,11 euros no próximo ano.
O "salário mínimo" da Administração Pública vai subir 8% em 2023 para 761,58 euros. Demais funcionários públicos também terão aumentos: maioria receberá subida de 52 euros no próximo ano.
As recentes medidas anunciadas pelo Governo, mais não são do que uma manobra de desinformação ao cidadão, difícil de aceitar no atual momento dramático que vivemos.
Assistimos a um panorama, no mercado de trabalho, talvez inédito ou, pelo menos, apenas existente em casos pontuais da História da Humanidade: escassez de oferta, i.e. de trabalhadores, face à procura, leia-se empresas.
No conjunto da Administração Publica, e até pelos problemas estruturais cujo agravamento se antevê em diversos sectores, torna-se urgente uma redefinição estratégica do seu âmbito, fins e modos de gestão.
Na dinâmica em questão, é importante continuar a dinamizar a ligação a setores que, do ponto de vista regional e nacional, promovem a Marca Portugal por esse mundo fora.
Destacando-se pela qualidade dos programas e pela excelência dos formadores, a Escola de Administração e Gestão de Saúde do ISCSP pretende alcançar o pódio nos próximos anos.