A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
O Governo anunciou 1.851.636.907 euros para construir, adquirir e reabilitar doze mil casas a custos acessíveis até 2030. É um número exato, decidido em Conselho de Ministros, publicado em Resolução e com calendário anual definido. Parece um número fechado. Mas não é.
Humanizar o atendimento não significa abdicar de processos. Significa construir sistemas que garantam consistência, mas que deixem também espaço para que as pessoas decidam.
A AD precisa persuadir os portugueses que é do seu interesse estarem unidos à volta da ideia de progresso e de que somos capazes. E também que será implacável com a corrupção, seja quem for.
A Inteligência Artificial veio para moldar o futuro, pelo que importa saber como potenciar, e não substituir, a capacidade única de pensar e agir do ser humano.
Temos a possibilidade de trazer alguma normalidade ao mercado imobiliário e esperar que os novos governantes entendam que o mercado precisa de mais oferta.
O que queremos ver discutido nos próximos debates eleitorais? Que compromissos precisamos ter em cima da mesa de qualquer líder político? É hora de ser exigente, de pedir compromisso e responsabilidade.
Com as novas tecnologias de informação e agora com a Inteligência Artificial, a velocidade de circulação da desinformação quase não encontra limitações tecnológicas. Uma questão-chave para o ano em curso, rico na ida às urnas.
As organizações que conseguirem adotar mais cedo e em toda a sua cadeia de valor a Inteligência Artificial, serão aquelas que irão liderar os seus mercados.
Apesar de alguns alimentarem a ilusão da reversão dos acontecimentos na Ucrânia, os decisores sabem que a possibilidade de isso acontecer é extremamente remota.
Talvez o futebol e outras modalidades tomadas por indústrias económicas maduras, devessem alocar a causas promovidas pela ONU, uma percentagem da sua movimentação financeira.
Será da atividade empresarial privada que a nossa economia pode esperar criação de mais riqueza e obtenção de níveis satisfatórios da competitividade externa.
Houve falta de democracia, mas também mau desenho legislativo. Quinze anos depois da aplicação do regime jurídico do ensino superior em Portugal, o lastro na vida do ensino superior é pesado.
Esclarecedor seria discutir como alterar o paradigma fundamental do desenvolvimento do país, assente na lógica dos baixos salários e na produção de baixo valor acrescentado.
No global, a integração aplicada da IA em ferramentas funcionais para áreas como recursos humanos, finanças e operações, está a tornar empregos e tarefas menos táticos e mais estratégicos.
Na área do clima e energia é urgente implementar a Lei de Bases do Clima na sua totalidade, a começar pela criação do Conselho de Ação Climática, que já deveria ter sido criado.
Antecipa-se que as opções regulatórias, com interferência direta no modelo de distribuição dos fundos de investimento em Portugal, possam revelar-se menos consensuais findo o ciclo RRGA.
Com a crescente inovação científica e o posicionamento estratégico de 'Medical Affairs', a sua adaptabilidade num mundo em transformação é essencial, e passa pela liderança, talento e tecnologia.
Hoje, quem nos empurra para fora da modorra são os nossos aliados, a bendita UE, BCE, OCDE, NATO. Mas não bastam. Os portugueses têm de entender o mundo onde estamos metidos.
"Bom é o herdeiro que acrescenta à herança" e, nas empresas familiares, este brocardo será tanto mais ajustado quanto mais o fundador preparar a sucessão para as gerações futuras.