A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
O Governo anunciou 1.851.636.907 euros para construir, adquirir e reabilitar doze mil casas a custos acessíveis até 2030. É um número exato, decidido em Conselho de Ministros, publicado em Resolução e com calendário anual definido. Parece um número fechado. Mas não é.
Humanizar o atendimento não significa abdicar de processos. Significa construir sistemas que garantam consistência, mas que deixem também espaço para que as pessoas decidam.
Seja qual for a interpretação, a missão espinhosa de dar sentido a este novelo ficará para os Tribunais, e enquanto isso não suceder os empregadores terão de considerar este clima de incerteza.
Não se perspetiva um grande impulso no mercado de M&A em geral em Portugal, pese embora as anunciadas intenções de venda de empresas de dimensão considerável.
Dadas as incertezas geradas, talvez não seja despiciendo que o Governo venha clarificar, pelo menos, alguns dos pontos em aberto, não deixando de dar algumas certezas, sob pena de agravar o abrandamento do ritmo da construção nova.
É imprescindível que cidadãos, empresas e instituições públicas e privadas pratiquem a separação dos resíduos e adiram ativamente, e cada vez mais, à utilização de produtos mais sustentáveis e recicláveis.
Estatisticamente, a probabilidade do leitor deste artigo, que utiliza este benefício fiscal, de não estar a usá-lo em toda a sua plenitude, tende para um acontecimento certo.
É fundamental que as organizações interiorizem o tema da cibersegurança numa estrutura orgânica através de um modelo de governação de segurança eficaz.
Para a podermos utilizar existem custos de transformação e distribuição que têm de ser pagos por todos os consumidores. Ou seja, a energia elétrica renovável nunca poderá custar zero.
O capital filantrópico pode e deve correr mais risco, apoiando projetos a cresceram e a evoluírem com uma lógica de geração de receitas que lhes permita previsibilidade e autonomia.
A introdução de novos efetivos incentivos fiscais, assim como a manutenção do prémio salarial nos próximos anos, será fundamental para assegurar a retenção de talento nacional.
Será sempre fundamental ter um plano de adoção robusto, incluindo formação inicial aos utilizadores sobre como tirar o melhor partido desta nova tecnologia e mitigar os seus riscos.
Importa criar um pacto geracional para compreender a sociedade em que vivemos, pois, dada a nossa longevidade, cinco gerações coabitam no mesmo local de trabalho, com naturais conflitos de visão e convicções.
A IA tem o poder de transformar radicalmente a forma como as empresas operam, mas apenas se forem capazes de transpor a jornada associada à sua implementação.
A recuperação da economia, embora de forma lenta, dá-nos motivos para optarmos pelo otimismo. É ainda sinal positivo a resiliência do mercado de trabalho.
O sistema educativo deve ser equilibrado, fornecendo, para além da promoção do empreendedorismo, uma base sólida em várias disciplinas e habilidades essenciais, como o pensamento crítico.
A democracia comprova a sua supremacia no exato momento em que um seu opositor discursa, debate, expõe as suas ideias e alegadas soluções. Não sejamos, no entanto, condescendentes.
As empresas devem familiarizar-se com os requisitos previstos nas Normas ESRS e implementar os mecanismos e procedimentos internos necessários para cumprimento dos mesmos.
A adoção, no setor público, de práticas sustentáveis, transparentes e inclusivas reveste-se de um enorme potencial, ao nível de ganhos climáticos significativos.