O verdadeiro sucesso da digitalização não será determinado pela sofisticação da tecnologia utilizada, mas pela capacidade de tornar os serviços públicos mais simples, mais fiáveis e mais humanos.
Este é o mesmo Governo que, não investindo, degradou os serviços públicos, com intuitos eleitorais do faz de conta que faz, resumindo-se os investimentos avultados à comunicação.
Este é o mesmo Governo que, não investindo, degradou os serviços públicos, com intuitos eleitorais do faz de conta que faz, resumindo-se os investimentos avultados à comunicação.
A ministra da Coesão Territorial disse hoje que, “muito em breve”, o Governo vai anunciar um programa para a redução das portagens nas ex-SCUT e admitiu que a abolição apenas poderá ser ponderada no final das concessões.
A RTP obteve um resultado líquido de 767 mil euros no ano passado, menos 22% que os 985 mil euros registos em 2021, apresentando lucros "pelo décimo terceiro ano consecutivo", divulgou hoje a empresa liderada por Nicolau Santos.
A coordenadora do Livro Branco sobre o serviço público de media, Felisbela Lopes, defendeu hoje que "a RTP tem futuro," mas salientou a necessidade de alterar o enquadramento legal e o contrato de concessão que estão "desajustados da realidade".
Não precisamos de um pacote de medidas avulso, mas sim de um plano de ação sério e verdadeiro, concertado, com visão estratégica, mobilizador e catalisador da esperança.
A significativa tolerância dos portugueses em relação à profunda governamentalização da sociedade é uma característica que abre espaço para as inclinações menos virtuosas de uma maioria absoluta.
Falamos aqui em Tribunais essenciais para a vivência do Estado de Direito. Tamanha importância deveria corresponder a Tribunais capazes de proferir uma decisão num tempo aceitável. Mas a realidade não é essa. Eis algumas propostas construtivas para possíveis soluções.
Apesar do ministro Medina afirmar que não está previsto qualquer aumento de impostos, o que temos assistido nos últimos dias é à tradicional retórica de quem governa.
O problema está no facto das empresas portuguesas estarem a competir, cada vez mais, com multinacionais cada vez maiores, mas sem os mesmos recursos, e não saberem como conduzir num mundo de alta velocidade.