Uma economia sustentável depende da inovação, da produtividade e da competitividade. Mas depende também da capacidade de preservar a saúde física e psicológica daqueles que produzem essa riqueza.
Um exemplo: consumidores que aceitam um seguro de avarias para um televisor estão a pagar por uma proteção que a lei já lhes oferece. E quando tentam ativar o seguro, a realidade é bem diferente.
Os BRICS não estão desarticulados por irrelevância. Foram-no por pressões externas e por fragilidades internas. As instituições existem. Mas o projecto político de alternativa sistémica perdeu membros, perdeu credibilidade e perdeu ritmo.
Hoje, com a ascensão da Inteligência Narrativa, do GEO e dos "Answer Engines", as marcas precisam de novas estratégias. Já não basta aparecer; é preciso construir uma autoridade genuína para que, quando a IA for consultada, nos recomende como uma fonte confiável.
A proposta iraniana não é um gesto diplomático. É a confissão de que o estrangulamento está a funcionar. Quem propõe abrir o estreito para que o bloqueio seja levantado está a dizer, sem o dizer, que já não aguenta mais.
Quando a embalagem passa a definir o produto, a política deixa de ser confronto de propostas. Passa a ser gestão de percepções. É aí que a degradação se torna estrutural, e dificilmente reversível.
Quando guerras passam a ser enquadradas como batalhas de fé ou de destino civilizacional, como começa a acontecer em alguns segmentos da política dos EUA, o espaço para diplomacia desaparece. Compromissos tornam-se traições, negociações tornam-se fraqueza e o conflito assume uma dimensão existencial.
A normalização da ideia de que os EUA podem coagir parceiros sempre que desejarem obter ganhos políticos força agora a Europa a uma escolha histórica: permanecer num modelo confortável, mas dependente, ou acelerar a construção de uma autonomia estratégica real.
A precarização convive com a retórica da excelência. Muitos jovens arquitetos hesitam entre ficar, mudar de país ou mudar de profissão. Os menos jovens resignam-se ao facto de não existirem honorários de referência.
O turismo é economia, e cada vez mais política. A Europa lidera a retoma global e Portugal é um caso de sucesso, mas o desafio é claro: crescer de forma sustentável, equilibrando visitantes, comunidades e planeta.
Num mundo que começa lentamente a valorizar a autenticidade, a recusa consciente da liderança não é desistência, é coragem. É escolher impacto, com equilíbrio.
Israel está numa posição cada vez mais isolada e indefensável. Se nos calarmos agora, como poderemos enfrentar o futuro sabendo que deixámos isto acontecer?
Muito boa gente ainda hoje acredita que as mudanças operadas no BCP em 2008 foram originalmente arquitetadas, patrocinadas ou mesmo causadas por José Sócrates, Fernando Teixeira dos Santos e Vítor Constâncio e seus “mandantes, cúmplices e operacionais”. Ora, nada é menos verdadeiro.
De uma forma global e transversal, o diagnóstico de depressões e ansiedade ultrapassa já os 30% da população portuguesa. E sabe-se que a depressão aumenta o risco de suicídio em 20 vezes.
Apesar de todas as falhas, temos de reconhecer que, pela primeira vez em décadas, a menção clara aos combustíveis fósseis no texto final da COP28 foi feita e de lá já não pode sair.
Estima-se que, o Orçamento para 2024, preveja um novo reforço de mais 1.206 milhões de euros para a Saúde, o que representa um aumento de 9,8% face ao orçamento inicial de 2023.