O crude do mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 1,91 dólares abaixo dos 88,98 dólares com que encerrou as transações na quarta-feira.
Os sauditas garantem que os contratos serão cumpridos totalmente apesar do anúncio da OPEP da sua intenção de cortar a produção mundial de ‘ouro negro’ em 1,16 milhões de barris por dia (bpd) a começar em maio.
A decisão da OPEP de reduzir a produção em um milhão de barris por dia está a fazer efeito: o preço do petróleo estabilizou nos 84 dólares, estancando a descida de preços que a redução da procura iria induzir.
Na Europa, a situação é diferente da dos EUA, com consequências inesperadas: caiu o Credit Suisse, num país que fez da segurança do seu sistema bancário uma imagem de marca.
A previsão foi dada a conhecer numa nota emitida pelo grupo financeiro no rescaldo do anúncio de um corte surpresa na produção para os 1,66 milhões de barris por dia feito ontem, domingo, pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados.
Iraque, Argélia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU), Omã e Kuwait vão cortar a produção de petróleo a partir de maio e prolongam pouca produção até ao final do ano.
O corte anunciado no domingo pelo Iraque, Argélia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU), Omã e Kuwait vai ter início em maio e prolonga-se até ao final do ano.
Este projeto de engenharia da empresa petrolífera estatal chinesa torna-se, assim, o poço em terra mais profundo daquele continente, superando o poço de mais de 8.800 metros de profundidade localizado em Sichuan, também operado pela Sinopec.
Um dos membros da OPEP+ referiu que a decisão de cortar a produção de petróleo, em dois milhões de barris por dia, se baseou em indicadores económicos e foi tomada por unanimidade.