O crude do mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 1,91 dólares abaixo dos 88,98 dólares com que encerrou as transações na quarta-feira.
Os ministros das Finanças dos Estados-membros da zona Euro reúnem-se esta segunda-feira em Bruxelas, na véspera de mais uma reunião do Conselho de Assuntos Económicos e Financeiros (Ecofin). Na quarta-feira, tem lugar no Hotel da Lapa o evento anual "Fórum Banca", organizado pelo Jornal Económico.
A União Europeia sai destas políticas de Trump maltratada, por sua culpa, e só tem uma saída: apostar seriamente em ser autónoma. Para Trump, a UE não é um aliado, mas um cliente.
No relatório mensal de dezembro, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reduziu a previsão de aumento anual do consumo do “ouro negro” em 210.000 e 90.000 barris por dia, respetivamente, este ano e no próximo.
Face à situação sombria, decidiram prolongar os seus ajustamentos voluntários adicionais de 2,2 milhões de barris por dia “até março de 2025”, anunciou a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) num comunicado.
Governo angolano anunciou a criação de um fundo de garantia de 120 milhões de dólares destinado (cerca de 114 milhões de euros) para a apoiar empresas interessadas em investir ao longo do Corredor do Lobito.
Inicialmente, e de acordo com uma análise da XTB, esperava-se que a OPEP+ aumentasse a produção a partir de janeiro; no entanto, o cenário mais provável agora indica que qualquer incremento ocorrerá apenas no segundo trimestre.
A compensação entre os produtores OPEP e não OPEP está a dar novos contornos a um mercado que permanece incerto: os sinais são, em muitos casos, contraditórios.
As moderadas correções em baixa de 110 mil e 210 mil barris de petróleo por dia este ano e no próximo, respetivamente, foram publicadas no relatório mensal da OPEP e somam-se às efetuadas pelo grupo de 12 países em agosto, setembro e outubro.
Esta terça-feira, no Parlamento, é a vez de os ministros Ana Paula Martins e Pedro Duarte serem ouvidos na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública. Lá fora, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), sediada em Viena, apresenta o relatório mensal do mercado petrolífero.
Em comunicado publicado no seu portal, a aliança declarou que Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã “concordaram em prolongar por um mês os seus cortes voluntários de 2,2 milhões de barris por dia em mais um mês, até ao final de dezembro de 2024”.
As instituições são importantes e moldam o curso das dimensões em que atuam. Mas é importante não esquecer que de dinamizadoras se podem transformar em bloqueadoras do progresso.
A CNBC calcula que 4% do abastecimento mundial pode estar em risco se a infraestrutura petrolífera do Irão se tornar um alvo para Israel. Há analistas que antecipam que os preços cheguem e superem os 150 dólares por barril
Arábia Saudita vai aumentar a produção para reconquistar participação de mercado, que tem perdido por conta do acordo, mesmo que isso signifique preços mais baixos.
O aumento da produção este ano surge na sequência da saída de Angola da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, no final de 2023, devido a uma discordância sobre o limite de produção que esta entidade pretendia impor a Angola.
As empresas norte-americanas produtoras do chamado petróleo de xisto estão a produzir mais usando menos plataformas. Os lucros estão a aumentar e ninguém estará interessado em abrir mão deles. Boas notícias para a Rússia. Se Trump vencer.
Este ano, o planeta vai queimar uma média de 104,32 milhões de barris por dia de petróleo mais 2,1 milhões de barris por dia do que em 2023 e menos 135 mil barris por dia do que o previsto há um mês.