O crude do mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 1,91 dólares abaixo dos 88,98 dólares com que encerrou as transações na quarta-feira.
O Instituto Nacional de Estatística divulga números da inflação em fevereiro e o IGCP realiza dois leilões de Obrigações do Tesouro (OT), a cerca de sete e nove anos, com um montante indicativo global até 1.500 milhões de euros.
Segundo a ‘Reuters’ é esperado que a organização aumente mais do que o previsto a sua produção, para até 411 mil barris por dia, para fazer face às interrupções dos embarques no Médio Oriente e aos ataques sentidos no Irão. Contudo, a organização tem pouca capacidade para aumentar significativa a sua oferta, estando dependente da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos.
A vontade de Trump de ver o barril em torno dos 50 dólares ameaça a operação de alguns países já com dificuldades em manter a sua quota de mercado, mas, caso se verifique o desvio de fluxos antes destinados para a China, Pequim poderá ter de substituí-los por petróleo do Golfo, dando uma ajuda ao cartel.
A declaração da OPEP foi feita numa breve teleconferência realizada hoje pelos ministros da Energia e do Petróleo da Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã, de acordo com um comunicado publicado no 'site' da organização, sediada em Viena.
Oito países da aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, decidiram aumentar a produção de petróleo em 137.000 barris por dia em dezembro, antes de suspenderem os aumentos mensais entre janeiro e março de 2026.
Os dados publicadas hoje pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) no relatório mensal, baseiam-se em "fontes secundárias", ou seja, estimativas de institutos independentes, que revelam que a Arábia Saudita e a Rússia lideraram os aumentos com subidas de 248.000 e 148.000 barris por dia, que elevou a produção nacional para 9,961 milhões de barris por dia e 9,321 milhões de barris por dia, respetivamente.
O OPEP+ decidiu no passado domingo aumentar a produção em 137 mil barris diários para novembro, no que foi o seu oitavo ajuste consecutivo, mas inferior ao que os analistas antecipavam.
“Face à estabilidade das perspetivas económicas globais e aos sólidos fundamentos atuais do mercado, refletidos nos baixos ‘stocks’ de petróleo, os oito países participantes decidiram implementar um ajustamento da produção de 137.000 barris por dia”, anunciou, em comunicado, a OPEP+.
O preço de referência do Brent está a descer 1,53%, colocando o barril a um preço de 68,17 dólares, enquanto o texano WTI perde 1,70% para 64,60 dólares.
O INE publica ao final da manhã os índices de volume de negócios, emprego, remunerações e horas trabalhadas nos serviços em julho. Luís Montenegro encontra-se com o homólogo japonês no penúltimo dia da viagem oficial à China, Macau e Japão
A decisão foi tomada numa teleconferência pelos ministros da Energia da Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.
Sheikh Mohamed bin Zayed Al Nahyan está este domingo em Angola, com uma agenda focada nas questões económicas e no estreitamente de relações entre os dois países produtores de petróleo.
No relatório anual “Perspetivas do Mercado Mundial do Petróleo 2025” (WOO 2025), publicado hoje em Viena, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) dedica um capítulo ao Brasil, país-sede da próxima conferência sobre alterações climáticas, a COP30, que se realiza na cidade amazónica de Bélem, em novembro.
A Arábia Saudita, a Rússia e outros seis produtores de petróleo da OPEP+ anunciaram hoje um novo aumento de quota superior ao esperado em agosto, desafiando as expectativas do mercado.
Para além da Arábia Saudita e da Rússia, o Iraque, os Emirados Árabes Unidos, o Kuwait, o Cazaquistão, a Argélia e Omã acordaram cortes voluntários adicionais que totalizam 2,2 milhões de barris por dia nos últimos anos, sendo o objetivo é aumentar os preços por barril.
Após uma breve reunião este sábado, os países produtores anunciaram mas um aumento da oferta, alegando que os fundamentos do mercado estão saudáveis. A decisão está em linha com os repetidos apelos de Donald Trump para que se aumente a produção de petróleo, cujo preço continua a baixar.
No relatório mensal divulgado hoje, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estima que o mundo irá consumir uma média de 105,20 milhões de barris por dia e 106,63 milhões de barris por dia de crude este ano e no próximo, respetivamente.
"Embora o aumento da produção possa indicar confiança na recuperação futura da procura, traz o risco de excesso de oferta face à incerteza económica global", considera Joseph Dahrieh, Managing Principal at Tickmill.