Topo da Agenda: o que não pode perder na economia e nos mercados esta quarta-feira

O Instituto Nacional de Estatística divulga números da inflação em fevereiro e o IGCP realiza dois leilões de Obrigações do Tesouro (OT), a cerca de sete e nove anos, com um montante indicativo global até 1.500 milhões de euros.

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Quarta-feira, 11 de março

Evento em destaque: INE confirma números da inflação em fevereiro

Outros eventos em foco

  • Início da Futurália, na FIL, Lisboa;
  • Conferência: Banking on Change, promovida pelo jornal ECO, com ministro das Finanças e Nazaré Costa Cabral, presidente do Conselho das Finanças Públicas, no CCB;
  • Mota-Engil apresenta Plano Estratégico do Grupo 2026-2030, no Hotel Ritz;
  • IGCP realiza dois leilões de Obrigações do Tesouro (OT), a cerca de sete e nove anos, com um montante indicativo global até 1.500 milhões de euros;
  • Reunião informal dos ministros da Defesa da União Europeia;
  • ICCA Iberian Chapter Annual Meeting, até dia 13, em Coimbra;
  • Building the Future, com Bernardo Correia, secretário de Estado para a Digitalização, no Pavilhão Carlos Lopes, Lisboa;
  • Angola: Comité de Política Monetária do Banco Nacional de Angola (BNA) realiza reunião ordinária de dois dias na cidade de Moçamedes, província do Namibe, seguida de conferência de imprensa, no dia 12;
  • Alemanha: inflação em janeiro;
  • Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) publica relatório mensal do mercado;
  • Banco Central Europeu (BCE) publica estatísticas das taxas de juro a longo prazo;
  • EUA: inflação em janeiro;
  • Fitch divulga perspetivas para Portugal;
  • BMW: Conferência anual sobre o grupo em 2025, com antevisão de 2026;
  • Rheinmetall (Alemanha) apresenta resultados de 2025;
  • Inditex (Espanha) divulga resultados anuais de 2025.

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De acordo com a publicação BiGo Finance o nível de reservas de gás que a União Europeia detém nesta altura deve-se a um erro de cálculo. O bloco europeu vinha adiando as compras de gás na expetativa de que o conflito no Médio Oriente, que se iniciou em fevereiro entre Estados Unidos, Israel, e Irão, tivesse um desfecho rápido, permitindo que o gás natural vindo do Qatar voltasse a passar pelo Estreito de Ormuz a um preço mais baixo. Contudo o cenário de momento não se concretizou.