Num mundo de superpotências, os países médios e pequenos são presas isoladas, e a coligação é o mecanismo pelo qual os não-gigantes deixam de negociar sozinhos com gigantes.
O desenvolvimento de uma indústria nacional de defesa sólida, inserida numa estratégia de reindustrialização mais ampla e alinhada com a nova estratégia industrial europeia, pode impulsionar o crescimento económico.
“Fiquei muito, muito feliz com a posição de Trump de impor mais sanções à Rússia. Sabemos que a economia russa está indo terrivelmente mal, e as sanções ajudarão”, Rutte disse à CNBC nos bastidores do Fórum Económico Mundial em Davos, Suíça.”
O primeiro-ministro sueco anunciou que vai enviar as forças armadas para o Mar Báltico como parte dos esforços de vigilância necessários depois de surgirem suspeitas de sabotagem de cabos submarinos por parte da Rússia.
Para provocar aquilo que se designa por Transformação do Conflito é preciso que uns percebam o problema dos outros. Perceber – um exercício básico – não significa concordar. Significa, tão somente, recolher informação para ajudar as partes a resolverem os seus diferendos.
A opinião do ministro da Defesa Nacional português, Nuno Melo, foi manifestada à agência Lusa à margem da margem da 25.ª reunião do Grupo de Contacto para a Defesa da Ucrânia, que decorre na base aérea norte-americana de Ramstein, na Alemanha, com a presença do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
Tal como o Major-General, conheço o argumento de Vladimir Putin relativo à “expansão da NATO” para Leste. Uma expansão que, ao contrário do referido Memorando e do direito internacional em geral, nunca foi objeto de qualquer acordo formal.
Em 2024, a NATO atravessou um período de transformações significativas, motivadas pela evolução do panorama geopolítico e pelos desafios emergentes em segurança. Uma das mudanças mais marcantes foi a adesão de novos Estados-membros.
Apesar de existir um compromisso de se gastar 2% do PIB na defesa, pelos membros da NATO, Mark Rutte considerou que será necessário "muito mais", referindo que na Guerra Fria os aliados da NATO gastaram mais de 3% do PIB na área da Defesa.
“O que está a acontecer na Ucrânia poderia acontecer aqui também (…). É altura de mudar para uma mentalidade de guerra. E reforçar rapidamente a nossa produção de defesa e no gasto na defesa”, advertiu Rutte, durante uma conferência organizada pelo centro de estudos Carnegie Europe.
“Obviamente que estamos a acompanhar a situação. A Coreia do Sul faz parte da nossa associação com o Indo-Pacífico [Coreia do Sul, Japão, Austrália e Nova Zelândia]”, disse o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), à entrada para uma reunião ministerial no quartel-general da Aliança Atlântica, em Bruxelas, na Bélgica.
“Sobre a questão do imediato, aquilo que se perfila como possível, e esperemos que haja consenso para isso, é que haja uma recomendação dos ministros [dos Negócios Estrangeiros], não propriamente um endosso da adesão no imediato, penso que para isso não haverá consenso”, anunciou Paulo Rangel no quartel-general da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), em Bruxelas, na Bélgica.
O retorno de Trump não apenas simboliza uma guinada na política americana, mas também se torna um catalisador para reconfigurações profundas em sistemas financeiros, alianças estratégicas e paradigmas de governança.
Rutte, ex-primeiro-ministro dos Países Baixos, usou um avião do Governo neerlandês para voar para o aeroporto de Palm Beach, perto do ‘resort’ de Trump em Mar-a-Lago, segundo a televisão pública NOS.
Mr. Joe sempre rejeitou autorizar ataques com mísseis de longo alcance para atingir território russo, mesmo contra o parecer de outros membros da NATO. Agora, Dr. Biden acedeu.
Com a atual narrativa, o Partido Democrata não deverá ir longe, até porque são os americanos que votam na América, e não os europeus, onde a lavagem ao cérebro não tem contraditório.
A Europa há muito não é uma zona prioritária para os EUA e para Trump nunca foi. Essa é a Ásia. E ainda a Nato. Trump sempre achou que a Europa paga pouco. Mais um problema a acrescentar.
Empresa destaca que este sistema foi desenvolvido em conformidade com os requisitos da NATO, reforçando a proteção em teatros de operações e aumentando a capacidade dos Estados-membros de defenderem-se contra ameaças aéreas diversificadas.