lei laboral

Montenegro espera que “nos próximos dias” se possam “afinar posições” sobre lei laboral

“Não vale a pena termos uma expectativa de prolongamento grande deste processo. O que nós podemos esperar, e é aquilo que eu espero também, é que nos próximos dias se possam afinar posições e se possam tomar as devidas decisões”, afirmou Luís Montenegro, questionado à saída de uma conferência sobre a decisão do secretariado da UGT de rejeitar a anteproposta de revisão da lei laboral nos moldes atuais e continuar as negociações.
Montenegro espera que “nos próximos dias” se possam “afinar posições” sobre lei laboral

Viva la revolución!

Num momento da nossa história em que personagens sinistros como Ventura ganham protagonismo seria importante ter sindicatos e líderes sindicais com força, conhecimento e alguma sabedoria para dar resposta às pulsões antidemocráticas tanto na moda.
André Macedo10 Abr
Viva la revolución!

Governo deixa cair mexidas na duração dos contratos a prazo

Na última reunião entre Governo, patrões e UGT, foram fechados sete pontos que ainda não tinham acordo. Entre eles a duração dos contratos a prazo, tendo caído novos limites propostos pela ministra do Trabalho. Também na reintegração dos trabalhadores após despedimentos ilícitos já não vai ser estendida a todas as empresas, alargando-se apenas para PME. Órgão máximo da central sindical decide esta quinta-feira se há, ou não, acordo.
Lígia Simões9 Abr
Governo deixa cair mexidas na duração dos contratos a prazo

Lei laboral. Parceiros mais próximos nos temas “quentes” e ministra não descarta acordo em breve

Patrões, UGT e Governo voltaram às negociações e à primeira reunião houve logo acordo condicional em pontos sensíveis como a duração mínima dos contratos a termo, revelou a CIP. A ministra do Trabalho afirma que um acordo no próximo encontro “depende da dinâmica” dos parceiros sociais. Todos, sem exceção, mostraram-se confiantes, reconhecendo que o diálogo melhorou. CGTP protestou em frente ao Ministério do Trabalho.
Lei laboral. Parceiros mais próximos nos temas “quentes” e ministra não descarta acordo em breve

Patrões e UGT viram “maior disponibilidade” e “atitude diferente” para negociar alterações à lei laboral

"Foi um dia bom (...) foi um dia bom porque pareceu que havia uma disponibilidade maior de nos entendermos", disse o presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Armindo Monteiro, à saída da reunião entre Governo, UGT e as quatro confederações empresariais, sublinhando que essa disponibilidade veio de todos os presentes na reunião.
Patrões e UGT viram “maior disponibilidade” e “atitude diferente” para negociar alterações à lei laboral

PSD considera que ainda “há uma discussão a decorrer na concertação social” sobre lei laboral

Hugo Soares foi questionado pelos jornalistas, no final de duas visitas integradas nas jornadas parlamentares do PSD, em Caminha, (distrito de Viana do Castelo) se o partido já está em condições de discutir o pacote laboral do Governo no parlamento, depois de vários parceiros sociais terem anunciado o fim das negociações em sede de concertação social.
PSD considera que ainda “há uma discussão a decorrer na concertação social” sobre lei laboral