A Reserva Federal manteve, sem surpresa, as taxas de juro de referência e Powell salientou que a Fed está "numa boa posição" para dar resposta às mais recentes pressões inflacionistas. Isto depois de um dia em que a maioria dos mercados europeus registou leves ganhos, na expetativa pelas palavras do presidente da Fed.
Nos EUA, os dados do índice de preços no consumidor (IPC) para janeiro serão conhecidos no segundo dia da audição bianual do presidente do banco central, Jerome Powell, no Congresso, desta feita perante maiorias republicanas em ambas as câmaras muito alinhadas com o presidente.
No dia no qual o INE publica novos dados sobre os setores da construção e serviços, o destaque vai para a Coca-Cola, um barómetro do mercado de consumo e retalho alimentar que prenderá a atenção dos mercados esta terça-feira.
A parceria dos Correios de Portugal com a DHL levantou os ânimos em Lisboa, com as ações da cotada nacional a valorizarem mais de 10%. Lá fora, porém, o dia foi de perdas expressivas, após o discurso do presidente da Fed, Jerome Powell.
Presidente da Reserva Federal mostrou uma posição mais conservadora em relação às criptomoedas e que a criação de uma reserva de bitcoin não será feita. Para desgosto de Donald Trump e contra as suas intenções.
Bitcoin : Vitória de Trump, mudança na presidência da SEC e o discurso em que Powell compara a Bitcoin ao ouro, tudo contribuiu para que a principal criptomoeda ultrapassasse a barreira psicológica.
Principal índice da bolsa francesa, o CAC 40, continua a mostrar um bom desempenho, apesar do colapso do governo de Michel Barnier. S&P500 atinge mais um recorde após declarações otimistas de Powell.
De acordo com a “Reuters”, Jerome Powell afirmou que “podemos dar-nos ao luxo de sermos um pouco mais cautelosos enquanto tentamos encontrar a neutralidade”.
Dos índices PMI dos serviços que vão ser conhecidos na Europa e nos EUA até à inflação na OCDE, são vários dados macroeconómicos que marcam o dia no plano internacional. Por cá, destaque para a política, com espaço para a Conferência de Líderes Parlamentares, a ter lugar no Parlamento.
"Os participantes assinalaram que as decisões de política monetária não seguiam uma direção pré-estabelecida e dependiam da evolução da economia e das implicações para as perspetivas económicas e o equilíbrio de riscos; realçaram que seria importante que o Comité deixasse isto claro ao ajustar a sua posição"
Trump anunciou deportações em massa e aumentos de tarifas até 30%, que só podem provocar inflação, pondo em causa novas reduções da taxa de juro pela Fed.
As ações desceram depois de o presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, ter afirmado em Dallas que o banco central não precisava de ter "pressa" para reduzir as taxas de juros, segundo a "CNBC".
Depois de um primeiro mandato com acusações recorrentes à Fed, Trump moderou o discurso inicial, mas admite exercer mais controlo sobre o banco central.
Voltou a cortar os juros e já deixou um aviso ao novo presidente dos EUA: não vai sair do cargo se Trump ordenar. O trabalho para cortar a inflação ainda não terminou, avisou. Novo corte em dezembro? Não fez promessas.
Um curto e conciso "não" serviu para Jerome Powell garantir que não se afastaria da liderança da Fed mesmo que Trump tentasse, argumentando que o presidente nem tem poderes para tal. Na vertente económica, o país está forte e o banco central sem pressa para baixar taxas, acrescentou.
O candidato do republicanos à Casa Branca usou a ironia para classificar o trabalho de Jerome Powell na Reserva Federal, salientando que o presidente da Fed "cortou em demasiado" as taxas de juro na sua reunião de setembro.
Os estímulos à economia chinesa fizeram sorrir os investidores e as principais praças europeias encerraram a semana passada no 'verde', assim como aconteceu em Lisboa. Esta segunda-feira, destaque para a inflação em Portugal e na Alemanha.
Margaret Thatcher disse um dia que “o problema com o socialismo é que um dia esgota-se o dinheiro dos outros”; com o atual défice orçamental americano o problema não fica limitado ao socialismo.
Os bancos norte-americanos obtiveram lucros extraordinários de um bilião de dólares com os dois anos e meio de taxas de juro elevadas da Reserva Federal dos EUA, num período em que não refletiram esta subida na rentabilidade dos depósitos.