A Semapa paga hoje o dividendo de 62,6 cêntimos por ação e a Greenvolt recebe a assembleia geral anual de acionistas. Nesta quarta-feira são também divulgados os números trimestrais do crescimento do PIB do G20.
Se Trump vencer, Powell já não terá as mãos livres. Diz o “Wall Street Journal” que ele tem gente a preparar legislação a limitar a independência do banco central americano.
O presidente da Fed vê uma probabilidade baixa de a próxima mexida ser nova subida, mas confessa estar menos confiante quanto ao timing de cortes dos juros. Já o abrandamento no ritmo de redução do balanço procura apenas garantir que o processo decorre suavemente, garante.
As taxas diretoras mantêm-se em máximos de 23 anos na maior economia do mundo face a um crescimento que continua forte a uma pressão nos preços que insiste em não dar tréguas, levando o mercado a rever em forte baixa as expectativas quanto à normalização da política monetária.
O Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC) anuncia esta quarta-feira mais uma decisão sobre a taxa de juro, não sendo esperada qualquer alteração quanto ao intervalo 5,25%-5,5% atual.
A Fed está com dúvidas se junho será demasiado cedo para um primeiro corte nas taxas de juro. No entanto, deixar essa decisão para depois, pode ser encarado como uma espécie de interferência nas eleições presidenciais.
Eleições vão marcar o ano de 2024, em Portugal e lá fora. BCE prepara-se para corte mais cedo do que a Fed, que faz compasso de espera pelas eleições. O que vai ser de Portugal nos próximos meses após as eleições?
“As perspetivas para o crescimento económico futuro mantiveram-se globalmente positivas” e “foram observadas expectativas de uma procura mais forte e de condições financeiras menos restritivas ao longo dos próximos seis a 12 meses”, refere o texto.
O banco central norte-americano decidirá "com cuidado e consideração" quando baixam as taxas de juro, uma decisão que será tomada quando houver a certeza que a inflação está a recuar de forma sustentada para 2%, indicou Powell, que falava numa audição na Câmara dos Representantes para explicar as decisões de política monetária.
Wall Street, as reuniões da Fed e do BCE e o regresso de Donald Trump, para ouvir no "Mercados em Ação" desta semana com André Cabrita-Mendes, jornalista do JE, Marco Silva, consultor de investimentos, e Vítor Madeira, analista da XTB.
A fraqueza mostrada pela economia europeia leva os mercados a apostarem em cortes de juros logo na primeira metade do ano, mas o BCE não se pode distanciar muito da Fed, arriscando mais problemas.
No entanto, esta é uma expectativa que parece não encaixar com as mensagens dos dois bancos centrais, sobretudo na informação que tornaram pública após a última reunião a propósito da política monetária.
O sinal dado pelo presidente da Fed não foi propriamente o esperado, dado que o mercado apostava num reforço do compromisso na luta contra a pressão nos preços. Para janeiro, o mercado atribui 10% de probabilidade de um corte, quando há uma semana dava 2%.
Na sequência da reunião de dezembro do comité da Reserva Federal norte-americana, o regulador do mercado deixou forte evidência de que o início da descida dos juros está para breve.
O que esperar dos encontros da Reserva Federal norte-americana e do Banco Central Europeu? Fique ainda a conhecer a análise ao mercado do petróleo: como vai evoluir no curto prazo? Estes e outros temas em destaque no podcast "Mercados em Ação".
Somando as incertezas da situação na Ucrânia e no Médio Oriente, Powell e Cia. ficam sem saber para onde se virar. Portanto, a Fed dirá “passo”, como fez o BCE e vai fazer o Banco de Inglaterra.
O antigo presidente do banco central alemão, Axel Weber, salienta que as taxas de juro na Europa e nos EUA podem acabar por rondar os 4% e os 5%, segundo um artigo do jornal espanhol Cinco Días.
As projeções do banco central continuam a apontar para 5,6% nos juros de referência no final do ano, mas Powell lembra que estas "não são um plano", refletindo sobretudo a atividade económica mais forte do que esperado. Dependência dos dados será para manter perante ainda "muita incerteza".
De olhos em Washington, os mercados estão atentos à decisão do elenco de Jerome Powell sobre as taxas de juro, com os investidores à espera de uma pausa. Saiba que outros indicadores também irão marcar o dia.
Os mercados acreditam firmemente no pico dos juros nos EUA e, com menos intensidade, na zona euro, mas o risco de uma segunda vaga da inflação dificulta o trabalho dos bancos centrais. Caso se confirme a pausa nos EUA, BCE fica com mais margem para não subir taxas em novembro.