Este valor significa um ligeiro aumento face aos 2,24% que os senhorios poderiam aumentar em 2026, segundo os dados da inflação de agosto que se fixou em 3,3%.
O aumento da oferta fez cair em 9%, em termos homólogos, os preços alcançados, numa altura em que tribunais e gestores de ativos procuram vender casas confiscadas a proprietários que deixaram de pagar os empréstimos.
Os apoios à habitação mantêm-se o principal motivo reportado na plataforma, com os apoios sociais e benefícios a totalizarem 62% das reclamações apresentadas entre janeiro e julho deste ano.
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O IMI incide sobre o Valor Patrimonial Tributário (VPT) dos imóveis e é devido pelo(s) proprietário(s) de imóveis, reportando a 31 de dezembro do ano a que respeita.
De acordo com a plataforma Idealista o aumento foi sentido em todo o país, contudo a região de Lisboa continua a ser a mais cara, e Castelo Branco a mais barata para comprar casa.
Embora estes exemplos possam corresponder a determinados contratos, não significam que todas as famílias com crédito à habitação venham a registar esse aumento. O impacto da revisão da prestação depende de vários fatores, como o capital em dívida, o prazo remanescente, a taxa de juro aplicável e, sobretudo, do tipo de taxa contratado.
O valor mediano de avaliações bancárias cresceu 16,6% em termos homólogos, com a variação mais acentuada a verificar-se nos Açores (24,0%), não se tendo observador qualquer redução.
Entre 2025 e 2026 os seis distritos que registaram a maior subida no preço das casas situam-se no interior do país, com destaque para Beja que observou o crescimento expressivo face a 2025 (+25,2%), seguida de Bragança (+24,5%), Guarda (+21,4%), Viseu (+18,1%), Castelo Branco (+17,9%) e Vila Real (+18,1%).
Neste período saíram do mercado 12.034 imóveis. A maior queda foi registada na Madeira, onde o parque habitacional disponível diminuiu 24,1%, seguida de Aveiro (-22,5%) e do Porto (-18,1%).
Os preços das habitações novas em 70 cidades selecionadas recuaram 0,15% face ao mês anterior, segundo cálculos feitos com base nos dados divulgados pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE). Em maio, a queda foi de 0,2%.
Atualmente, as casas têm um prazo de garantia de 10 anos relativo a elementos construtivos estruturais, mantendo-se o prazo de cinco anos nos outros elementos da casa.
Em paralelo com estes dados da AICCOPN, o Índice de Preços da Habitação registou uma valorização de 17,8% face ao período homólogo e de 3,8% relativamente ao quarto trimestre de 2025, confirmando a manutenção da pressão sobre os preços no mercado residencial.
Numa recomendação hoje divulgada no âmbito do Semestre Europeu 2026, os ministros das Finanças da UE, reunidos em Bruxelas, recomendam que o Governo invista no acesso à saúde, nomeadamente solucionando as carências de profissionais da área.
O aumento da oferta de habitação em Portugal depende de uma combinação de fatores: acelerar os processos de licenciamento, garantir maior previsibilidade legislativa e fiscal e reforçar a cooperação entre o Estado, autarquias e setor privado.
O Funchal e Ponta Delgada são quem lidera a procura internacional por habitação com o Funchal a registar 22% de visitas internacionais nos anúncios de compra e Ponta Delgada surge com 20%. Na lista segue-se o Porto com 12% e Lisboa com 10%.