Carlos Monjardino fez carreira na banca. É um prático, assertivo nas palavras e fino no humor. Cultivou amizades para a vida, como a de Mário Soares. Escreveu uma página da história de Macau no tempo em que foi político. 14 meses que não mudaram o mundo, mas mudaram a sua vida. No regresso a Portugal, tornou-se o rosto da Fundação Oriente, ponte entre civilizações. Concorda que já vivemos no século chinês e quer ver a Índia ‘on board’.