Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
A Morningstar, sustentando-se nos dados da CME FedWatch, salienta que os 'traders' de futuros de obrigações dão uma probabilidade de 99% de corte nas taxas de juro em 0,25 pontos percentuais, esta quarta-feira, e uma probabilidade de 94% de existir um novo corte de 25%, na última reunião do ano, prevista para dezembro. Dados do emprego e inflação devem pesar na decisão da Fed.
A Fed está a trabalhar na mais abrangente revisão das regras de capital dos EUA desde a crise financeira mundial de 2008. O objetivo é reduzir a burocracia que, segundo a administração Trump, está a prejudicar a economia dos EUA.
A Fed quer contar cada país da zona euro separadamente, de modo que as atividades bancárias regulares de Paris a Berlim sejam tratadas como transfronteiriças no âmbito do quadro G-SIB (Global Systemically Important Bank). A iniciativa será discutida esta semana em Basileia. A ter sucesso significa mais capital para os grandes bancos europeus.
Esta semana “tudo indica que continuaremos quase tão bem quanto as duas semanas anteriores, a não ser por ruído de fundo devido às restrições à imigração qualificada, anunciadas por Trump no fim de semana”, referem os analistas.
A Reserva Federal americana optou por iniciar um ciclo de flexibilização moderado, ajustando a política monetária sem provocar pânico nos investidores.
Na véspera do banco central americano começar a cortar os juros, Trump conseguiu nomear mais um aliado para o conselho da Fed, mas não conseguiu despedir a governadora Lisa Cook. Trump avança para o Supremo.
O novo membro da Fed, indicado por Trump, queria uma descida maior do que a que foi aprovada. Maior controlo pela Casa Branca ameaça independência do banco central dos EUA.
No final de uma reunião de dois dias, a Fed decidiu cortar os juros em 25 pontos base, para um intervalo entre 4,00% e 4,25%, pela primeira vez desde dezembro de 2024.
A decisão da Fed foi de encontro ao esperado pelo mercado. Os analistas atribuíam uma chance de 96% existir hoje uma baixa de 25 pontos base e de 40% para um corte de 50 pontos base.
Donald Trump voltou a pressionar a Fed para baixar as taxas de juro na reunião desta quarta-feira. Mercado atribui 96% de hipótese de existir um corte de 25 pontos base e 4% para uma redução de 50 pontos base. É esperado que possam ocorrer entre duas a três baixas nas taxas até final do ano.
O consenso aponta para uma probabilidade de 96% de o Comité de Política Monetária da Fed vir a decidir um corte de 25 pontos base na reunião que termina esta quarta-feira.
Os principais indicadores económicos dos EUA mostram sinais de abrandamento, e todas as atenções estão centradas na reunião da Reserva Federal desta quinta-feira. Generali AM considera que ciclo de cortes começa já esta semana
A AllianzGI espera que a Reserva Federal (Fed) dos EUA reduza as taxas de juro em 25 pontos base (pb) na sua reunião de 17 de setembro, elevando a meta dos Fed funds para os 4,00%-4,25%.
De acordo com documentos consultados pela Reuters esse comprovativo é datado de 28 de maio de 2021, e foi emitido a Cook pela cooperativa de crédito nas semanas anteriores à conclusão da compra e mostra também que a atual governadora da Fed informou o credor de que a prioridade em Atlanta não seria a sua residência principal.
A Galp (+1,20%; 16,07 euros) e os CTT (+1,10%; 7,35 euros) lideraram a negociação, evitando perdas maiores no PSI, seguidas da Sonae (+0,77%; 1,3160 euros), EDP (+0,50%; 3,845 euros), NOS (+0,38%; 3,935 euros), Ibersol (+0,41%; 9,90 euros) e REN (+0,17%; 2,970 euros).
Os dados do emprego mostraram que o mercado laboral norte-americano está a arrefecer e isso cria expetativa de que desta forma seja mais fácil fazer descer os níveis de inflação, e, por conseguinte, possa levar a Fed a descer taxas de juro. O efeito foi visível na descida das yields de dívida soberana.
Sessão desta sexta-feira ficou marcada pela divulgação dos números do emprego em agosto. De acordo com o Bureau of Labor Statistics (BLS), a taxa de desemprego subiu para 4,3%, resultando em 22 mil novos postos de trabalho, um valor abaixo do esperado.