Nenhum sistema económico consegue eliminar erros, excessos ou crises. A questão é: quanto tempo leva para reconhecê-los e qual a sua capacidade de mudar quando percebem que determinado modelo chegou ao limite.
As empresas têm necessariamente de estar no centro do processo de reinvenção do modelo de desenvolvimento, visando uma alteração do perfil de especialização da nossa economia. Só possível investindo em ciência, tecnologia, inovação e sustentabilidade.
Num contexto de escassez de professores e com a organização do ano letivo 2025/2026 em marcha, a quantidade de erros pode comprometer o normal funcionamento das escolas no início de setembro, alerta a estrutura liderada por Pedro Barreiros.
Convido o leitor a “aprender com os erros dos outros” viajando por alguns exemplos reais de fracassos de sucessão de empresas portuguesas onde por pudor alterámos nomes, profissões, áreas de negócio.
O melhor que podemos fazer é aprender com a nossa experiência individual e não ficarmos prisioneiros de escolhas que se revelaram erradas. A vida dá-nos sempre mais do que uma oportunidade.
Em Barcelona, a mensagem foi clara: há limites para o turismo, sob pena de ser tarde demais. Lisboa escolherá aprender com a experiência de cidades irmãs ou esperar para sofrer com os seus erros?
Até quando vamos continuar a ignorar as alterações climáticas? Jeff Goodell, jornalista e editor na “Rolling Stone”, agarra nas lições que deveríamos ter aprendido com o passado e no (pouco) que está a ser feito, e deixa o recado: agir, agir, agir.
Contratar um seguro é uma medida inteligente para proteger os seus bens, saúde e até mesmo a sua vida financeira. Mas há erros comuns em que pode cair.
Pedro Nuno Santos decretou que nos próximos quatro meses não se falaria do processo judicial de tráfico de influências que abalou o nosso sistema político. A realidade ditará o contrário.
As pessoas mais jovens já não estão disponíveis para tolerar maus-tratos no trabalho e procuram organizações que respeitam e cuidam as pessoas, começando por aquelas que nelas trabalham.
Na vertigem de progresso e de desenvolvimento, fomos certamente deixando assuntos por tratar. O interior desertificou-se, o novo não recuperou o antigo, os nossos territórios foram sendo abandonados...
Cristiano Ronaldo não pode esquecer-se que, nesta sociedade informacional que privilegia o momentâneo e o acessório, que privilegia o parecer sobre o ser, que confunde e deturpa valores, não terá quaisquer facilidades ou proteção relativamente a eventuais erros ou insucessos.