O mundo está em mudança radical. As pessoas são estruturalmente as mesmas. Muitas pessoas e empresas ficarão pelo caminho, muitas delas por serem arrastadas pela pressão à sua sanidade mental. Soluções? Poucas ainda.
Sem prejuízo da vasta panóplia de medidas anunciadas como amigas das famílias, para grande parte dos contribuintes, o Orçamento do Estado não se traduz em alterações efetivas.
É difícil não deduzir que se trata apenas de um acordo para “inglês ver”, por assim dizer, em que o Estado não dá o exemplo e em que as empresas a ele não se vincularão certamente.
Investir em educação é investir no singrar de futuras gerações no país, razão pela qual este triângulo Universidade-Empresa-Doutorado tem de ser mais reconhecido e valorizado. Nenhuma dessas partes se deve fechar em si.
Nas grandes operações financeiras de fusão e aquisição, de compra ou venda de empresas, o ESG já assume um papel decisivo enquanto ativo mais valioso aquando da tomada de decisão.
Assistimos a um panorama, no mercado de trabalho, talvez inédito ou, pelo menos, apenas existente em casos pontuais da História da Humanidade: escassez de oferta, i.e. de trabalhadores, face à procura, leia-se empresas.
O 'governance' deve ser entendido por todos como uma prioridade. Ao dotar as PME de melhores condições para crescerem e se tornarem grandes e globais, estamos a contribuir para o nosso sucesso económico e social.
É pena que não se invista no SNS, pelo menos o que está previsto nos orçamentos. E é lamentável que o investimento público previsto nos instrumentos financeiros previsionais não seja executado pontual e integralmente.
Não há pressa alguma no alargamento. O problema essencial de hoje da UE não se coloca ao nível de novos membros, coloca-se, sim, no combate à perda de poder de compra da população, à crise climática que os dirigentes da União com as suas políticas levianas a vários níveis estão a agravar.
A “contabilidade financeira” é de aplicação obrigatória, enquanto as “finanças empresariais” e a procura da eficiência na tomada de decisão é, pelo menos aparentemente, facultativa.
A manter-se o atual desfasamento entre Estados e privados nas próximas rondas negociais, arriscamos vir a ter uma convenção da ONU que agiliza a investigação criminal, mas não protege eficazmente cidadãos e empresas do cibercrime.
O problema está no facto das empresas portuguesas estarem a competir, cada vez mais, com multinacionais cada vez maiores, mas sem os mesmos recursos, e não saberem como conduzir num mundo de alta velocidade.
O banco central terá de conter a escalada dos juros e acalmar os agentes económicos para evitar que um abrandamento da economia se transforme numa recessão.
Como bem prega Frei Tomás, a questão de aumentar os salários médios em 20% nos próximos quatro anos é impossível para o Estado 'et pour cause' para as empresas privadas.
Na UE, o número de mulheres na liderança das empresas tem vindo a aumentar gradualmente, mas os lugares de administração continuam a ser amplamente ocupados por homens. Daí que o acordo político alcançado seja da maior importância.
Todos constatamos que decretando-se subidas de salários mínimos, elas não têm sido acompanhadas por ajustamentos nos salários médios, que cada vez têm ficado mais próximos dos primeiros.
Além de uma maior consciencialização da importância das denominadas 'soft skills', vistas como facilitadoras no processo de transição digital, existe a crescente noção que um fosso de competências digitais tem associado um custo económico elevado.
Economizar energia em casa é uma forma de prevenir eventuais constrangimentos de abastecimento no próximo inverno, face à atual crise energética, assegurando ao mesmo tempo a redução do valor da fatura.