Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
Donald Trump e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, negaram os relatos de que detalhes da estratégia militar contra a China seriam compartilhados com Musk.
O New York Times revelou que Elon Musk teria acesso a informações, esta sexta-feira, que seriam partilhadas pelo Pentágono, sobre o plano militar dos Estados Unidos num cenário de guerra com a China.
Se, no passado, as políticas keynesianas quase se tinham tornado ilegais face aos tratados europeus, agora a dívida é permitida para fins de defesa. Mas é impossível pensar que isso não implicará escolhas terríveis.
No dia em que apresentou em Bruxelas uma proposta referente à nova União da Poupança e Investimento para tornar a economia da União Europeia mais competitiva, centrando-se num maior rendimento dos depósitos dos cidadãos e em mais financiamento para as empresas, a responsável apontou que a iniciativa “tem significativas oportunidades de gerar retorno positivo”.
A proposta será apresentada hoje em Bruxelas, quando se estima que a União Europeia (UE) possa ter de gastar 250 mil milhões de euros por ano, o equivalente a 3,5% do seu Produto Interno Bruto (PIB), para a sua segurança num contexto de acesas tensões geopolíticas, principalmente a guerra da Ucrânia causada pela invasão russa.
Os setores da construção e da banca registaram subidas significativas na terça-feira, tanto em Lisboa e nas principais praças europeias. Seguem-se a inflação na zona euro e a provável manutenção dos juros da Fed.
As ideias constam de um documento preliminar a que a Lusa teve hoje acesso do Livro Branco sobre o futuro da defesa, que o executivo comunitário vai apresentar na quarta-feira, em Bruxelas, quando se estima que a União Europeia (UE) tenha de gastar 250 mil milhões de euros por ano, o equivalente a 3,5% do seu Produto Interno Bruto (PIB), para a sua segurança num contexto de tensões geopolíticas como a guerra da Ucrânia causada pela invasão russa.
A necessidade europeia de investir em defesa está a reavivar propostas de uma sobretaxa sobre os multimilionários da UE, com estudos a apontar para um acréscimo de receita de 67 mil milhões de euros, uma ideia que está a ganhar tração em alguns países como França. Em Portugal, apenas uma família seria taxada.
O início de 2025 está a ser marcado por uma forte valorização das empresas ligadas ao setor da defesa, impulsionada por um movimento estratégico da União Europeia.
A fragmentação parlamentar veio para ficar, mas ela não terá que se traduzir em instabilidade governativa se os partidos perceberem a necessidade de mudar a “cultura” política.
Antes de uma decisão sobre empréstimos comuns ou a suspensão em sede de défice para o financiamento da defesa, os países do bloco devem priorizar as compras dentro do espaço da União.
País nórdico, detentor do maior fundo soberano do mundo, cedeu à pressão interna e externa para aumentar o apoio a Kiev, garantindo mais de sete mil milhões de euros este ano.
É a parte mais fácil: antes de uma decisão sobre empréstimos comuns ou a suspensão em sede de défice para o financiamento da defesa, os países do bloco devem priorizar as compras dentro do espaço da União.
“As tensões geopolíticas aumentaram nas últimas semanas, o multilateralismo está sob enorme pressão, assim como as regras sobre as quais estava construída a ordem internacional”, disse o presidente do Conselho Europeu, no Parlamento Europeu (PE), em Estrasburgo.
“A ordem securitária europeia estremeceu e muitas das nossas ilusões desmoronaram. Depois do final da Guerra Fria, muitos acreditavam que a Rússia podia ser integrada na arquitetura económica e securitária da Europa […], o tempo das ilusões acabou”, disse Ursula von der Leyen, perante o Parlamento Europeu (PE), em Estrasburgo, em França.
O ataque ocorre poucas horas antes das conversações na Arábia Saudita entre representantes ucranianos e norte-americanos, que procuram uma solução para o conflito na Ucrânia.
Estará o plano de 800 mil milhões de euros de Von der Leyen aberto a contemplar a opção nuclear? É que só o nuclear pode persuadir um inimigo com armas nucleares a manter-se sossegado nas suas fronteiras.
Bruxelas anunciou esta semana o plano de rearmamento da Europa que visa reforçar a indústria de defesa e aumentar as capacidades militares da União Europeia.
Num tempo em que já só se fala de armas e de guerra – e em que os europeus se vão convencendo – ou alguém os está a convencer – que isso é uma inevitabilidade, o embaixador Francisco Seixas da Costa oferece uma visão 360 do que se passou mais de mais relevante na última semana. Desde a entrevista entre Zelensky e Trump na Casa Branca até ao plano von der Leyen para gastar 800 mil milhões de euros no rearmamento da Europa.
Mundo corre de feição para as empresas de armamento. A norte-americana Lockheed Martin é a maior de todas, mas a britânica BAE surge logo na sexta posição.