Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
A idD Portugal Defence lidera a participação nacional na FEINDEF – Feria Internacional de Defensa y Seguridad, a decorrer em Madrid entre os dias 12 e 14 de Maio de 2025.
De acordo com o Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo (SIPRI, em inglês), "os gastos militares aumentaram em todas as regiões do mundo, com um crescimento particularmente rápido na Europa e no Médio Oriente".
Este indicador consta no relatório anual do secretário-geral da Aliança Atlântica, relativo a 2024, publicado hoje, no qual é referido que um total de 22 países alcançou o limite mínimo de 2% do PIB.
Esta linha seguida pelo executivo português foi assumida por Luís Montenegro em declarações à porta da Nunciatura Apostólica da Santa Sé, em Lisboa, onde assinou o livro de condolências pela morte do Papa.
As despesas relacionadas com a área da Defesa, até ao limite de 1,5% do PIB, não serão contabilizadas na avaliação do cumprimento do valor de referência para o défice (3%).
"O problema fundamental da defesa europeia não é o da falta de investimento. É a descoordenação e a sua fragmentação", afirmou o social-democrata e antigo primeiro-ministro português, durante uma conferência sobre defesa nacional, organizada pelo Diário de Notícias, que decorre hoje na Academia Militar, na Amadora.
Aliança Democrática e Partido Socialista têm um mês para convencer o eleitorado. Promessas dos socialistas valem 1,7 mil milhões, valor equivalente à redução transversal do IRC proposta por Luís Montenegro, o maior ponto de discórdia entre as duas forças políticas.
O novo paradigma de segurança da Europa tem tudo a ganhar com o apoio da Turquia, diz Ancara. Bruxelas está cético, mas Londres está em rota de aproximação ao antigo império otomano.
O valor total de 21.000 milhões de euros foi anunciado pelo Reino Unido no final de uma reunião, em Bruxelas, com mais de 50 países participantes, incluindo Portugal.
As tarifas não são pagas pelos “inimigos externos”, são impostos indiretos pagos pelos consumidores. A Europa tem de responder com inteligência, coesão e ambição.
O setor automóvel germânico 'distraiu-se' e perdeu a posição superior em que se encontrava. Num contexto em que a recuperação será muito difícil, a alternativa é esquecer os automóveis e passar a montar tanques de guerra.
“Temos aqui dois patamares: um, que, claramente, caberá ao próximo Governo, que é o que esteja acima dos 2%; outro que tem de ser preparado por este [Governo] e que tem de ser assumido, desde logo na cimeira [da NATO em junho em Haia] e em reuniões preparatórias, e que deve ser preparado num espírito de diálogo com os partidos da oposição, porque é uma causa nacional”, disse Paulo Rangel.
Em declarações aos jornalistas no quartel-general da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), em Bruxelas, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros admitiu que o compromisso que Portugal fará “implicará a antecipação relativamente ao prazo de 2029”.
Gouveia e Melo disse ainda que não há alternativa ao investimento na defesa da Europa: “não há outra opção” face aos condicionalismos geoestratégicos que se colocam aos europeus.
Keir Starmer falou com o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky na segunda-feira para discutir o seu encontro na semana passada na cimeira de Paris, onde foi encontrado "um verdadeiro impulso para apoiar a Ucrânia a longo prazo", pode ler-se num comunicado divulgado por Downing Street (o gabinete do primeiro-ministro britânico).
“Com um crescimento real do PIB [Produto Interno Bruto] de cerca de 2%, o aumento das despesas com a defesa será sempre limitado pela manutenção de um pequeno excedente orçamental”, afirmou Miranda Sarmento ao jornal britânico Financial Times (FT).
Um valor muito abaixo do que a NATO pretende como mínimo, valor esse que é ainda mais baixo no caso mais particular da Zona Euro: 1,2%, segundo adianta a Eurostat. Portugal gastou 0,8% do PIB, mas os dados são previsionais.
Valorização está relacionada com a intenção de Donald Trump em recuar no seu compromisso de segurança com a Europa, o que faz com que os estados europeus aumentem os gastos em armamento
A votação contou com 53 votos a favor em 69 possíveis, chegando assim à maioria qualificada de pelo menos 46 votos favoráveis para a legislação passar e acabar com anos de conservadorismo orçamental na Alemanha. Os três mil milhões de euros em ajuda militar bloqueados por Scholz ficam assim também disponíveis.
O Presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, promulgou, este sábado, a alteração da Constituição para permitir o aumento das despesas com a defesa e criar um fundo de desenvolvimento de 500.000 milhões de euros, anunciou a presidência.