Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
O Governo admite que Portugal “não será dos mais rápidos” dos aliados da NATO a aumentar os gastos com defesa, mas garante que o país “não ficará para trás” e que isso será feito com gestão orçamental rigorosa.
“Outrora, o centro do mundo era o Oceano Atlântico, agora, o centro do mundo já não é os Estados Unidos e a União Europeia, é o mundo – tudo o resto com que se deve construir uma relação -, e a NATO tem de mudar para se adaptar à nova realidade, ou já não tem razão para existir”, declarou o ministro italiano, à margem de uma conferência em Pádua.
O porta-voz dos serviços de emergência de Gaza, Mahmoud Bassal, disse que pelo menos 53 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas, quando milhares de palestinianos se reuniram perto de um centro de ajuda humanitária gerido pela organização não-governamental (ONG) World Central Kitchen.
Segundo o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a ofensiva, ainda em curso, já destruiu “um grande número” de lançadores de mísseis e metade dos ‘drones’ (aeronaves não-tripuladas) de Teerão.
As medidas constam do quinto pacote de simplificação do executivo comunitário no âmbito do esforço europeu para redução da burocracia, desta vez na área da defesa, com a instituição a querer com estas iniciativas “acelerar os investimentos e a produção no setor da defesa, de modo a tornar a UE mais capaz de responder aos desafios de segurança atuais”.
Antecipar a meta de investimento em defesa para 2% do PIB, obrigará Portugal a investir 6.180 milhões de euros. Acréscimo de gastos exige aos contribuintes 285 euros por ano.
“Um primeiro grupo de militares russos com menos de 25 anos foi repatriado do território sob o controlo do regime de Kiev. Em troca, foi transferido o mesmo número de militares do exército ucraniano”, disse o Ministério da Defesa da Rússia num comunicado.
“Nas atuais circunstâncias, não há motivos para uma retomada em grande escala do pacto Novo START”, declarou o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros Sergei Riabkov, numa entrevista à agência noticiosa estatal TASS.
A delegação será chefiada pelo ministro da Defesa, Rustem Umerov, disse Zelensky numa mensagem nas redes sociais citada pela agência norte-americana Associated Press (AP).
As empresas portuguesas não são alheias ao setor da Defesa, que ficou repentinamente ‘na moda’, com certeza não pelas melhores razões. Mas a montante há muito a fazer.
A empresa em causa é a Gesticopter, que tem sede em Castelo Branco, e da qual o ministro já afirmou não ter “nenhuma ligação ou participação em qualquer empresa de helicópteros”.
“Rejeitamos categoricamente os ataques que o regime russo tem feito nestes últimos dias em cidades ucranianas. Todos os ataques são agressões inaceitáveis e com uma grande desproporção”, sublinhou Paulo Rangel, numa conferência de imprensa conjunta com o homólogo alemão, Johann Wadephul, que se encontra de visita a Lisboa.
A ambição de se tornar uma potência global exige da União Europeia aquilo que hoje lhe falta: visão estratégica, unidade política e capacidade para agir com autonomia.
Pela primeira vez desde o Brexit, os dois blocos europeus debatem o espaço comum, finalmente percebendo que o Canal da Mancha é demasiado estreito para servir de barreira aos entendimentos necessários. O acordo já está nas mãos dos governos dos 27.
Fernando Medina vai marcar presença esta semana na Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP), onde vai defender que os investimentos em energia e em defesa são fundamentais para promover a inovação na economia europeia e, em particular, no tecido empresarial português.
"Estamos a preparar-nos na Ucrânia para uma reunião com os líderes da 'coligação dos dispostos'", disse Volodymyr Zelensky durante o seu discurso por videoconferência num encontro realizado em Oslo dos líderes dos países que fazem parte da Força Expedicionária Conjunta (JEF, na sigla em inglês).
De acordo com a proposta de lei relativa ao Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) de 2025, trata-se de um peso equivalente a 4% do Produto Interno Bruto (PIB) moçambicano estimado para este ano e que compara com os 6,3%, 31.740 milhões de meticais (437,3 milhões de euros), em 2024, e os 6,1% do PIB, 28.846 milhões de meticais (397,5 milhões de euros), em 2023.
Juntos, estes dois sectores dão o maior contributo para a subida do emprego em Portugal desde a pandemia. A análise, que no ano que terminou em março de 2025 e tem por base dados do INE, faz a manchete do Diário de Notícias esta quinta-feira, 8 de maio.