Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
Macron queria que os EUA se comprometessem, mas, do “outro lado da linha”, não só não veio qualquer comprometimento, como Macron ouviu o que não esperava. Os EUA não colocarão forças terrestres na Europa, nem funcionarão como backstop das forças europeias.
De acordo com os últimos dados publicados por esta agência da UE especializada em questões de defesa, os gastos com armamento atingiram 343 mil milhões de euros no ano passado, mais 19% do que em 2023 e representando 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) do bloco europeu.
Estas declarações da governante alemã surgem numa altura em que vários Estados europeus assumiram um compromisso de aumentar a sua despesa, ao nível do Produto Interno Bruto (PIB), para a defesa, ao nível da NATO, onde se inclui Portugal.
O anúncio foi feito por Ursula von der Leyen, em conferência de imprensa conjunta com o Presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda, durante uma visita ao país, no âmbito de uma viagem pelos países da UE que partilham fronteiras com a Rússia e a Bielorrússia.
“Estou muito satisfeita por 19 Estados-membros […] terem agora solicitado apoio através do SAFE [sigla inglesa de Instrumento de Ação para a Segurança da Europa]. E tenho o prazer de anunciar que atingimos a subscrição total dos 150 mil milhões de euros”, disse Ursula von der Leyen.
Estimativas hoje publicadas pela NATO indicam que Portugal deve este ano atingir a meta de destinar 2% do PIB à defesa, depois de o Governo ter antecipado este objetivo para 2025, acima dos 1,58% de 2024 e 1,33% em 2023.
Volodymyr Zelensky, que recebeu em Kiev o secretário-geral da Aliança Atlântica, Mark Rutte, pediu garantias "como as do artigo 5.º do Tratado da NATO, que são garantias muito eficazes".
Os esforços feitos ao longo dos últimos meses pelos mediadores - Egito, Qatar e Estados Unidos - não conseguiram, até agora, alcançar um cessar-fogo duradouro para a guerra israelita que assola a Faixa de Gaza há 22 meses, e onde, segundo a Defesa Civil, mais 19 palestinianos foram hoje mortos em bombardeamentos e tiroteios israelitas.
Zelensky analisou hoje com os altos comandos das Forças Armadas a situação na linha da frente, poucas horas depois da inédita cimeira no Alasca entre Putin e o seu homólogo norte-americano, Donald Trump.
A Agência Nacional de Inovação diz que a fração das empresas nacionais com atividades de inovação cresceu para 44,7%. Diplomados em áreas de Segurança e Defesa cresceram 77,4% desde 2019/20.
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, saudou a decisão como uma “clara demonstração do firme compromisso da Alemanha com a defesa da Ucrânia”, afirmando que o novo pacote ajudará o país invadido a defender-se da agressão russa.
As declarações de Netanyahu, divulgadas pelos meios de comunicação social israelitas, foram proferidas numa conferência de imprensa com jornalistas indianos, após um encontro com o embaixador de Nova Deli em Israel, horas antes da reunião do gabinete de segurança sobre as novas etapas do conflito na Faixa de Gaza.
"Isto faz dos Países Baixos o primeiro país a dar continuidade aos acordos assinados entre a NATO e os Estados Unidos (EUA) sobre a compra de armas de defesa aérea norte-americanas para a Ucrânia, entre outras coisas", afirmou o primeiro-ministro neerlandês em exercício, Dick Schoof, numa mensagem nas redes sociais.
Iniciativa teve início no domingo no Mar do Sul da China e durou dois dias – e é suscetível, dizem os analistas, de levar a China a considerar-se alvo de ameaça externa.
"Ordenei que dois submarinos nucleares fossem posicionados nas zonas apropriadas, para o caso de estas declarações idiotas e inflamatórias serem mais graves do que isso. As palavras são importantes e podem muitas vezes ter consequências inesperadas, espero que não seja esse o caso desta vez", escreveu o Presidente dos Estados Unidos na sua rede social Truth Social.
Com este objetivo, o ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, criou um grupo de trabalho que vai desenvolver a proposta de manifestação de interesse e “subsequente pedido formal de assistência financeira”, adiantou o ministério em comunicado.
A nova NATO, embora vestida com os trajes do multilateralismo, é cada vez mais um clube de compradores. E a Europa, sem narrativa estratégica, tornou-se o cliente ideal: rico, culpado e sem exigências.
“É uma oportunidade para o nosso setor”, disse Luís Onofre., presidente da APICCAPS E acrescenta que o setor está a preparar um forte investimento para responder àquele segmento, através do projeto FAIST.
O investimento em Defesa tem sido um dos temas em destaque nos últimos tempos, nomeadamente devido aos conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente, com a Comissão Europeia e a NATO a incentivarem a despesa nesta área e desenvolverem programas de financiamento.