Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
As três empresas que beneficiam deste contratos vão trabalhar para desenvolver agentes, baseados em inteligência artificial, para missões do Departamento de Defesa, refere a CNBC.
Luís Montenegro, que falava numa conferência organizada pela SIC Notícias intitulada “A nova Defesa”, no concelho de Oeiras, em Lisboa, salientou que atingir os objetivos de investimento nesta área de soberania implica uma estratégia consensualizada com a oposição.
“A nossa intenção foi e é sempre de termos o maior consenso possível, e creio que não será difícil, dadas as posições conhecidas por parte dos principais partidos políticos portugueses, para podermos conjugar a nossa política de segurança e defesa com o interesse estratégico que este novo tempo pode trazer também para a dinamização da nossa economia”, afirmou o primeiro-ministro.
“Seremos capazes de satisfazer este compromisso com a NATO. Não precisamos de mais impostos”, afirmou Nuno Melo à Lusa, à margem da conferência “Proteger a Europa: enfrentar as ameaças de hoje e de amanhã”, uma iniciativa do grupo do Partido Popular Europeu (PPE) no Parlamento Europeu, que decorre hoje em Lisboa.
No encerramento da conferência “Economia Sem Fronteiras” do canal Now, que decorre num hotel em Lisboa, Luís Montenegro reiterou que o compromisso internacional que o país assumiu de investir mais em Defesa não deve corresponder “apenas a gastar mais dinheiro”.
As 'Áfricas' começaram a conversar entre si. Sim! Sem tradução simultânea de Washington ou Bruxelas. A conversa é simples e directa: precisamos fazer com as nossas próprias forças.
Alemanha e Japão, dois países com um passado industrial em grande mudança, confrontam-se com dois outros, EUA e China, que correm em sentidos opostos e com factores competitivos diversos.
Com 51 votos a favor e 49 contra, o Senado aprovou no sábado (esta madrugada em Lisboa) a abertura do debate formal sobre o plano, que causa polémica por estender os cortes de impostos do primeiro mandato de Trump (2017-2021), aumentar as despesas com a defesa e o controlo da imigração e reduzir programas de assistência como o Medicaid.
“Eu aconselhava prudência. Primeiro é necessário ver se nós, com o mesmo nível de despesa, conseguimos fazer aquilo que nos propomos no âmbito da NATO ou da União Europeia e só depois passarmos para a situação seguinte, que é gastar mais”, afirmou António José Seguro aos jornalistas, em Guimarães, distrito de Braga, após um encontro com algumas dezenas de jovens num jardim da cidade.
No seu discurso no âmbito da apresentação no Porto da comissão de Honra da sua candidatura, que reúne cerca de 200 pessoas, Marques Mendes, afirmou que a decisão da NATO de elevar para 5% do Produto Interno Bruto (PIB) o investimento na Defesa "encerra um desafio sério".
Apesar do ‘amparo’ do Security Action for Europe (SAFE), o aumento da despesa na defesa não tem como deixar de ter impacto tanto no défice como na dívida pública, adverte o banco central.
“O Chega vai viabilizar e suportar todo o caminho que temos que fazer para conseguir ter até ao final da década não só um valor de 3,5%, como foi referido pelo primeiro-ministro, mas conseguirmos até dar um passo maior numa década, década e meia, e poder chegar aos 5% que os nossos parceiros da NATO estão a referir neste momento”, afirmou.
Numa conferência de imprensa no final da cimeira da Aliança Atlântica em Haia, Países Baixos, Keir Starmer referiu que "de acordo com as novas definições da NATO, estimamos que vamos alcançar pelo menos 4,1% do PIB até 2027 a manter os britânicos seguros".
“Embora a magnitude exata do impulso orçamental relacionado com a defesa permaneça incerta, as implicações para a sustentabilidade das finanças públicas nos países da área do euro com dívida pública elevada devem ser cuidadosamente consideradas”, indica o Conselho Orçamental Europeu (COE) no seu relatório anual sobre o desempenho da área da moeda única, hoje publicado.
Para cumprir as metas da NATO, será necessário aprovar reformas para aumentar o nosso potencial de crescimento, única forma de preservar o Estado social.
Fontes diplomáticas ouvidas pela Lusa falam numa meta 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) com gastos militares tradicionais (forças armadas, equipamento e treino) e 1,5% do PIB adicionais em infraestruturas de dupla utilização, civis e militares, como relativas à cibersegurança, prontidão e resiliência estratégica.
Pedro Sánchez, revelou esta tarde numa declaração institucional no Palácio de Moncloa, em Madrid, que seria desproporcionado e desnecessário "chegar a 5% do PIB, embora outros o façam".
Pete Hegseth, secretário da Defesa norte-americano disse este domingo, 22 de junho, também avisou que os Estados Unidos vão agir “rápida e decisivamente” caso os seus interesses sejam ameaçados por Teerão como forma de retaliação.