Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
“À luz do facto de a Rússia estar absolutamente a martelar a Ucrânia no campo de batalha, estou a considerar sanções bancárias em grande escala, sanções e tarifas contra a Rússia até que sejam declarados um cessar-fogo e um acordo de paz final”, avisou Trump na rede social TruthSocial.
Sánchez fez este anúncio na conferência de imprensa que se seguiu à reunião extraordinária do Conselho Europeu convocada para debater a segurança europeia, a situação da guerra na Ucrânia e as expectativas existentes para tentar alcançar a paz.
“Os Estados-membros pediram à Comissão que apresentasse [todas as medidas], estudando-as, com os seus prós e contras, e o Conselho [Europeu] tomará as devidas decisões. Neste momento, não há tabus, todas as soluções estão em cima da mesa e todas serão discutidas”, disse António Costa, no final da cimeira extraordinária sobre defesa e apoio à Ucrânia, que decorreu hoje em Bruxelas.
A Europa e o seu povo sabem bem que são uma potência económica, um dos maiores mercados do mundo e que, com o investimento certo, poderá dar o salto em termos de defesa e poder geoestratégico.
“Posso dizer-vos hoje que estamos prontos para fazer ainda mais. Tal como já informei os líderes da UE, iremos propor na próxima reunião do Conselho de Administração, em 21 de março, que o grupo BEI alargue ainda mais as suas elegibilidades, de forma a garantir que as atividades excluídas sejam definidas com maior precisão”, afirmou Nadia Calviño, intervindo no fórum anual do banco da UE, no Luxemburgo.
A presidente da Comissão Europeia apresentou o plano Rearmar a Europa, dois dias antes de mais uma cimeira extraordinária dedicada à defesa e à Ucrânia – onde tudo pode ficar por decidir.
De acordo com uma proposta hoje citada pela Efe e que será publicada no próximo boletim do Bundesbank, o banco central alemão regista que a Alemanha pode aumentar a dívida para fazer “investimentos estatais mais elevados”.
É imperativo que os líderes europeus encontrem um equilíbrio entre a necessidade de defesa e a busca pela paz, garantindo que a Europa possa emergir desta crise mais forte e unida.
“Há claramente um ambiente que leva, convida, as empresas a olharem para a Defesa, mesmo empresas que, habitualmente, não atuam muito nesta área, isso sem dúvida”, considerou o presidente do conselho de administração da IdD Portugal Defence, a ‘holding’ estatal que gere as participações públicas nas empresas do setor da Defesa.
A pausa faz parte de um processo mais alargado de reavaliação das operações dos Estados Unidos contra a Rússia e a sua duração não está claramente definida, segundo o New York Times, que desenvolveu uma notícia avançada no final da semana passada pelo The Record.
A ambição de Merz vai além da defesa: quer que a Alemanha recupere um papel central na definição do futuro da União Europeia, tornando-se o motor de uma nova fase de integração política e económica.
Fabricar armamento está em alta: as receitas aumentaram 12% em 2024 em relação a 2023. O EBITDA e o EBIT registaram, respetivamente, aumentos de 22% e 26% face ao ano anterior, com uma melhoria de 1% em ambas as margens.
Keir Starmer confirma aumento dos gastos militares para 2,5% do PIB até 2027 – três anos antes do que estava inicialmente planeado pelo anterior governo conservador. Líder do governo tem viagem marcada para a Casa Branca.
"Cumpriremos o nosso compromisso de gastar 2,5% do PIB na defesa, mas vamos antecipá-lo para atingirmos esse nível em 2027 e mantê-lo-emos durante o resto desta legislatura", que termina em 2029, revelou o primeiro-ministro do Reino Unido.
O contrato de financiamento vai ser assinado na terça-feira entre o Exército e a Estrutura de Missão “Recuperar Portugal”, numa cerimónia presidida pelo ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo.
“A Política Agrícola Comum [PAC] é segurança alimentar, mas também é defesa”, disse José Manuel Fernandes, no âmbito de uma reunião ministerial, em Bruxelas, capital da Bélgica e sede das principais instituições da UE.
Mesmo que a Alemanha venha a ter um governo operacional, teremos dificuldades na UE porque não haverá o tradicional motor europeu Alemanha/França, devido ao impasse político francês.
O pessimismo reina na sociedade alemã. Há um debate aceso em torno das regras de imigração, os cidadãos mostram-se insatisfeitos com a situação económica do país e estão preocupados com outra possível guerra na Europa.
Como investir no sector da defesa sem afectar o bem-estar social dos cidadãos e motivar o crescimento dos partidos extremistas? E como incentivar os jovens europeus a aderirem aos exércitos europeus?