Vinhos, azeite, auto e serviços espreitam ganhos com acordo UE-Índia

O país mais populoso do mundo deixa cair tarifas em 96,6% das compras à UE e setores nacionais como o agroalimentar, componentes automóveis e serviços procurarão ganhar quota.

Vinhos, azeite, auto e serviços espreitam ganhos com acordo UE-Índia
epa12684866 President of the European Commission Ursula von der Leyen (L), President of the European Council Antonio Luis Santos da Costa (R) and Indian Prime Minister Narendra Modi (L) after giving a joint press statement after their meeting at Hyderabad House in New Delhi, India, 27 January 2026. Ursula von der Leyen is on four-day visit to India. EPA/RAJAT GUPTA

A UE e a Índia finalizaram terça-feira “o maior de todos os acordos comerciais”, como descreveu Bruxelas, que irá eliminar progressivamente direitos aduaneiros a exportadores europeus, incluindo em setores estratégicos para Portugal, como o agroalimentar ou o automóvel. Apesar do enorme mercado que se abre para a UE, o impacto nacional deve ser limitado, ainda que ramos como o azeite e vinhos tenham margem para crescer consideravelmente.

Ao JE, Rafael Alves da Rocha, diretor executivo da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, fala num “passo histórico nas relações económicas entre a UE e um parceiro estratégico de dimensão global”, sobretudo no atual contexto internacional.

Conteúdo reservado a assinantes. Veja a versão completa aqui. Edição do Jornal Económico de 30 de janeiro.

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