O líder taiwanês, William Lai, pediu hoje que Washington aprove uma venda de armamento no valor de 14 mil milhões de dólares (12 mil milhões de euros).
Investigação da “Bloomberg” relata parceria “invulgar”. “Os chips dessas fábricas construídas com a ajuda de empresas taiwanesas poderiam eventualmente ser utilizados em mísseis chineses direcionados a Taiwan”, alerta professor académico.
Desde 1949, as Ilhas Kinmen são objeto de disputa entre a China e Taiwan, que as controla. A guerra na Ucrânia transmitiu aos seus habitantes um mundo novo: o da iminência da guerra. O arquipélago está 10 quilómetros da China e a 200 de Taiwan.
Taipé anunciou ter detetado 45 aviões e nove navios militares chineses nas imediações da ilha nas últimas 24 horas. A China informara sobre o arranque de exercícios militares em torno de Taiwan.
Thierry Breton, Comissário Europeu para o Mercado Interno, mostrou-se otimista quanto à "conquista" de autonomia em relação à Ásia e aos Estados Unidos no sector dos semicondutores pelo bloco europeu, que tem mira apontada aos 20% da quota do mercado de semicondutores até 2030, face aos atuais 9%.
Uma invasão chinesa de Taiwan teria "consequências desastrosas" para todo o mundo, disse hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros taiwanês, citando a importância estratégica da ilha na produção de semicondutores ('chips') e para os canais de navegação.
A empresa de Taiwan deve adiar o início do fabrico de chips de 2024 para 2025. A TSMC tinha anunciado um plano de investimento de 35,9 mil milhões de euros na instalação de fábricas nos Estados Unidos.
“É da nossa responsabilidade manter abertos os nossos canais de comunicação, incluindo entre os nossos dois exércitos, e penso ser urgente que o façamos. Ainda não foi possível concretizá-lo”, sublinhou Blinken num encontro com o seu homólogo chinês Wang Yi em Jacarta, disse à agência noticiosa AFP um responsável norte-americano sob anonimato.
Wang Yi afirmou também que o país não fará "nenhum compromisso" em relação a Taiwan, ilha que Pequim reclama como seu território e que tem causado uma crescente tensão entre os dois países.
Antony Blinken deverá estar esta sexta-feira na China para tentar desanuviar uma relação que nunca esteve a tão baixo nível. Mas um telefonema do seu homólogo chinês antes do embarque pode colocar em causa a viagem.
A China abandonou, nas últimas décadas, o seu secular isolamento. Aprendeu a lição. Sabe que tem de competir, do ponto de vista económico e geopolítico, neste novo mundo globalizado.
O ministro da Defesa da China, o general Li Shangfu, disse na cimeira de Shangri-La que a China não tem qualquer problema com “passagens inocentes”, mas é preciso “prevenir tentativas de tentar usar essa liberdade de navegação (patrulhas), essa passagem inocente, para exercer hegemonia de navegação”.
O negociador do lado de Taiwan, John Deng Chen-chung, descreveu o acordo como “um passo crucial na negociação e assinatura de acordos comerciais com grandes potências comerciais”, referiu o comunicado.
Fala-se da guerra da Ucrânia outra vez para que as pessoas no Ocidente não se esqueçam, para manter vivo não sei bem que sentimento: patriotismo, de quem? Democracia, como?
Liz Truss junta-se a uma lista crescente de representantes eleitos e ex-funcionários dos Estados Unidos, Japão e países europeus que visitaram Taiwan, nos últimos anos, numa reação às tentativas da China de isolar a ilha da comunidade internacional.
De acordo com a BBC, a fúria da China é justificada pela declaração de Dwight Howard em que afirma a "renovada apreciação pelo país", desde que chegou a Taiwan, para jogar basquetebol por uma equipa local.
Taiwan detetou hoje 11 navios de guerra e 70 aviões chineses à volta da ilha, declarou o Ministério da Defesa, a propósito da simulação de “cerco total” que a China está a levar a cabo pelo segundo dia.
A líder de Taiwan referiu que a região "vai continuar a trabalhar com os Estados Unidos e outros países ... para defender os valores da liberdade e da democracia".
O secretário de estado norte-americano criticou as “manobras de pressão” exercidas pela China “a nível económico e militar” para “isolar Taiwan das organizações internacionais ou das suas relações com certos países do mundo”, mas reiterou que a política dos EUA a este respeito permanece inalterada.
O exército chinês vai realizar, na segunda-feira, exercícios com fogo real no estreito de Taiwan, próximo das costas de Fujian (leste), província situada em frente à ilha, anunciaram este sábado as autoridades marítimas locais.