O líder taiwanês, William Lai, pediu hoje que Washington aprove uma venda de armamento no valor de 14 mil milhões de dólares (12 mil milhões de euros).
“Taiwan está confiante de que vai continuar a aprofundar a cooperação com a nova administração, para resistir à expansão autoritária e criar prosperidade e desenvolvimento para ambos os países, ao mesmo tempo que contribui para a estabilidade e paz regionais”, disse o líder de Taiwan, William Lai, a partir de Palau.
"Wall Street Journal" revelou que Elon Musk e Vladimir Putin mantiveram vários contactos desde 2022. O empresário norte-americano apoia Donald Trump nas eleições norte-americanas.
“Acho que não posso dizer agora onde, mas é a maior do planeta”, disse Benjamin Ting, vice-presidente da Foxconn do grupo para soluções de nuvem empresarial.
Segundo um comunicado divulgado pela Casa Branca após o encontro com o ministro chinês Wang Yi, Sullivan "sublinhou a importância de manter a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan" e "a preocupação com o apoio da RPC (República Popular da China) à base industrial de defesa da Rússia e o seu impacto na segurança europeia e transatlântica”.
“Taiwan pertence à China e a China vai unificar-se. A independência de Taiwan é o maior risco para a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan, e os Estados Unidos devem honrar os seus compromissos de não apoiar a independência de Taiwan. E devem parar de armar Taiwan”, afirmou hoje Wang na reunião, em Pequim, com o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan.
As ilhas Kinmen, situadas a poucos quilómetros da cidade chinesa de Xiamen, no sudeste do país, e a 180 quilómetros da ilha principal de Taiwan, têm sido uma das principais fontes de tensão entre Taipé e Pequim desde o fim da guerra civil chinesa, em 1949.
O responsável japonês, Akira Yokochi, reafirmou que o Japão mantém a posição de "tratar a questão de Taiwan de forma adequada" e garantiu o empenho de Tóquio "no avanço de uma relação estratégica mutuamente benéfica" com a China.
A segunda maior economia global poderá estar a preparar-se para resistir a um choque externo duradouro, segundo o 'el Economista'. As pistas foram dadas por comerciantes que negoceiam diariamente em ouro, petróleo, prata e cobre, segundo os quais o volume de compras atual do "gigante asiático" é invulgarmente elevado.
Taiwan não é um assunto ideológico, mas sim uma questão doméstica chinesa, debaixo do “Princípio de Uma Só China”. Provocações no sentido contrário são historicamente equivocadas.
No pacote da Ucrânia, que poderá dar um novo impulso às forças ucranianas para contrariar os avanços da invasão russa registados nas últimas semanas, mais de um terço seria utilizado pelos Estados Unidos para reabastecer os seus arsenais militares, abrindo a porta a futuras transferências militares para Kiev.
Nos primeiros três meses do ano, a empresa atingiu os 17 mil milhões de euros em vendas (592.640 milhões de dólares taiwaneses), o que representa um aumento de 16,5% face ao primeiro trimestre de 2023.
Washington não reconhece Taiwan como um Estado e consideram a República Popular da China como o único governo legítimo, mas fornecem à ilha uma ajuda militar substancial.
“A votação não vai impedir a tendência inevitável de reunificação com a China", disse Chen Binhua, porta-voz do gabinete chinês responsável pelas relações com Taiwan, num comunicado citado pela agência noticiosa Nova China.
As eleições de Taiwan deste domingo poderão ter consequências indiretas nos preços das componentes tecnológicas. Uma possível guerra com a China seria, neste contexto, um desastre.
Do conflito no Médio Oriente à guerra na Ucrânia passando pelas eleições em Taiwan, o mundo continua a provar que só o ano muda: o resto mantém-se. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa no programa desta semana.
O responsável instou os taiwaneses a permanecerem "do lado certo da história" e a trabalharem "para o desenvolvimento pacífico das relações" dos dois lados do Estreito.
Com as presidenciais marcadas para 13 deste mês, o Império do Meio acusa o provável próximo presidente de ser um perigoso separatista. Tal, aliás, como A atual detentora do cargo.
A transação, com o fundo de pensões turco Oyak, envolveu coordenação quer em Portugal quer nas jurisdições africanas onde a Cimpor está presente, designadamente Cabo Verde, Costa do Marfim e Camarões.
Só por ter ocorrido, já é uma excelente notícia. Pequim e Washington perceberam que estão condenados a entender-se e deram passos preciosos nesse sentido. Mesmo que na prática quase nada tenha mudado.