O líder taiwanês, William Lai, pediu hoje que Washington aprove uma venda de armamento no valor de 14 mil milhões de dólares (12 mil milhões de euros).
Durante a estadia nos Estados Unidos, a presidente do Kuomintang (KMT), principal partido da oposição em Taiwan, visitará São Francisco, Boston, Nova Iorque, Washington e Los Angeles, onde terá encontros com legisladores, responsáveis governamentais e especialistas em política norte-americana.
Era suposto ter sido a mais importante cimeira de todos os tempos, pelo menos na ótica de Donald Trump, mas saiu um encontro mediano, previsível e pouco perene em termos de futuro. A cimeira seguinte é um recado de Pequim que importa reter. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
Presidente dos Estados Unidos diz que vai conversar com homólogo de Taiwan e enviado especial Jeff Landry afirma que é hora de os Estados Unidos "retomarem a sua presença na Gronelândia", durante uma visita ao território ártico.
“Além de estar comprometido em manter o 'status quo' estável no estreito de Taiwan, o Presidente [William] Lai também está disposto a iniciar conversações com o Presidente [Donald] Trump”, indicou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan num comunicado enviado à agência de notícias EFE.
O Presidente chinês, Xi Jinping, advertiu hoje o homólogo norte-americano, Donald Trump, de que Pequim e Washington poderiam entrar em conflito, caso os Estados Unidos "lidassem mal" com a questão de Taiwan.
Uma nota do Morgan Stanley, consultada pela Reuters, diz que a compra de ações em empresas cotadas nestes países atingiu na semana passada o nível mais elevado em 10 anos. O banco acrescenta que abril ficou marcado pelo maior fluxo mensal de entrada de hedge funds em ações asiáticas numa década.
Em contraste com as declarações aleatoriamente otimistas do presidente dos EUA à chegada a Pequim, o seu homólogo chinês optou por expor o que pode correr mal entre as duas maiores economias do mundo: uma pequena ilha produtora de chips, também conhecido por Taiwan.
A ação militar norte-americana contra o Irão serviu para clarificar os limites do seu poder e a capacidade de resposta de Pequim às ameaças de Washington, tornando evidente uma correlação de forças internacionais comprometedora da liderança global dos EUA.
A vista começa esta quarta-feira, mas a agenda económica não é tudo: o presidente norte-americano precisa da ajuda do seu homólogo Xi Jinping para fechar a aventura militar no Médio Oriente antes que o caos tome conta de tudo.
O maior veículo de investimento em semicondutores com apoio estatal da China está em negociações para liderar o financiamento da primeira ronda de investimentos da DeepSeek, que pode levar a avaliação do grupo para os 45 mil milhões de dólares.
Por razões históricas, de segurança ou outras, a primeira-ministra do Japão quer enfileirar o país para o rearmamento e para os jogos de guerra. Tem em vista Taiwan, ou mais propriamente a China, num oceano que está cada vez mais perigoso. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
Em conferência de imprensa, a porta-voz do Gabinete para os Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado, Zhang Han, criticou a alegada “incapacidade” das autoridades taiwanesas para assegurar um fornecimento estável de petróleo e gás natural, situação que já gerou “forte descontentamento” entre a população da ilha.
Além de se encontrar com o Presidente William Lai Ching-te, a comitiva da Comissão de Segurança e Defesa do Parlamento Europeu, liderada pela presidente da comissão, a eurodeputada alemã Marie-Agnes Strack-Zimmermann, visitará também o parlamento local, o ministério da Defesa Nacional e a base naval de Zuoying (sul de Taiwan), além de outras instituições, segundo um comunicado do ministério dos Negócios Estrangeiros taiwanês.
O ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan indicou ter apresentado um “forte protesto” junto dos Camarões, após o país ter referido a ilha como “Taiwan, província da China” nos documentos entregues à delegação antes da viagem para a reunião, prevista entre 26 e 29 de março, em Yaoundé.
A empresa estatal Taipower está a trabalhar para obter as autorizações necessárias para reativar as centrais de Kuosheng, no norte do país, e de Maanshan, no sul, indicou no sábado o líder taiwanês, William Lai.
O governo da China incluiu 20 empresas japonesas numa lista de controlo de exportação e outras 20 numa uma lista em observação. É a escalada da tensão entre os dois países, depois da vitória da primeira-ministra, cujas declarações sobre Taiwan não agradaram a Pequim.
Cooperação em áreas tecnológicas avançadas, fortalecimento das cadeias de abastecimento e minerais raros estiveram no centro das atenções de mais uma ronda, a sexta, da parceria estratégica.
Sanae Takaichi quer sentir o que dizem os japoneses sobre a nova coligação do governo e sobre o anunciado aumento dos gastos do governo, nomeadamente na área da defesa. Takaichi deverá visitar Donald Trum na primavera.
Num comunicado citado pela agência EFE, a diplomacia taiwanesa assinala que está a monitorizar os desdobramentos internos e internacionais do caso, incluindo o envolvimento do “regime ditatorial venezuelano” no narcotráfico e a “crise humanitária provocada pelo seu Governo autoritário”.
A Guerra Fria terminou em 1991 mas as tensões crescentes continuam na política internacional, como acontece em Taiwan. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.