Enquanto Piketty propõe o decrescimento, várias personalidades portuguesas escrevem artigos inflamados, clamando que tal proposta é contra a natureza, por limitar um impulso básico humano de procurar o crescimento.
Pela primeira vez em muitos anos, parece existir uma diferença de objetivos entre Washington e Jerusalém. Os EUA procuram estabilidade, Israel segurança. À primeira vista parecem sinónimos. Na prática podem significar coisas completamente diferentes.
Simone Veil foi convidada para falar perante uma plateia de jovens estudantes da École Normale Supérieure. Não como figura política de proa, mas sim como sobrevivente do “Shoah”, o termo hebraico usado para holocausto. "Nunca mais". Hoje e sempre.
Quando afirmou querer colocar o Reino Unido “no coração da Europa”, Starmer não estava apenas a fazer política externa. Estava a tentar redefinir a narrativa nacional britânica.
Trump, que gosta de apresentar ultimatos como se estivesse a negociar um casino falido em Atlantic City, parte de um erro recorrente na política externa americana: a crença de que o adversário pensa em função do mesmo cálculo de custo-benefício que domina Washington.
"Vamos construir na Ibéria uma plataforma" que vai contribuir para a "independência energética europeia", disse Maria João Carioca sobre o negócio com os espanhóis da Moeve.
A 3.ª edição do Ciclo NARRATIVA abre hoje, 3 de maio, às 19h00, com a inauguração da exposição “Terra Vermelha”, de Tommaso Protti, na galeria da Narrativa, em Lisboa.
Há viagens que podem mudar uma vida, ainda que de uma forma feroz. Isto e muito mais cabe neste livro, que nos recorda da inicial ligação à natureza e ao mundo selvagem, e de como a estamos a malbaratar.
A Deco lançou um roteiro para sobreviver à crise que tem como objetivo incentivar o debate público sobre as difíceis condições de vida dos consumidores e assegurar a tomada de decisões que possam promover o bem-estar social e económico dos cidadãos.
A Deco lançou um roteiro para sobreviver à crise com o objetivo de incentivar o debate público sobre as difíceis condições de vida dos consumidores e assegurar a tomada de decisões que possam promover o bem-estar social e económico dos cidadãos.
Sem as necessárias compensações financeiras e fiscais, as nossas IPSS irão continuar a viver na asfixia. Com prejuízo para elas e, seguramente, para toda a sociedade portuguesa.
Quanto mais depressa iniciarmos o debate sobre o evento extremo que é o envelhecimento, melhor, pois só assim se conseguirá minimizar os impactos para as diferentes gerações e garantir um amplo consenso na sociedade.
A guerra e a pandemia trouxeram consigo a evidência que a estabilidade é instável e que nunca poderemos dar nada por garantido, e que somos mais influenciáveis quando confrontados por instintos e necessidades de sobrevivência.