No ano passado, houve 2.164 reclamações, sobretudo a incidir sobre faturação, pagamentos, cumprimento defeituoso e atendimento. E este ano, a tendência mantém-se, com 1.118 queixas até 15 de junho.
De acordo com os dados do barómetro do estado das telecomunicações em Portugal, o segmento low-cost registou um aumento de 271,65% nas reclamações, com a Digi Portugal a ser responsável por 74,94%. Em contraste a marca WOO destacou-se como benchmark do setor, com um índice de satisfação de 92,5%.
"Com mais de 500 queixas e um nível de satisfação crítico (17,2 em 100), as falhas nos processos administrativos são, este ano, o motivo mais apontado pelos cidadãos", refere o mesmo boletim, que alerta "para o risco sistémico da reputação da agência na competitividade do país".
Passageiros com bagagem perdida, atrasada ou danificada em voos internacionais podem ter direito a compensação, desde que registrem a ocorrência rapidamente e reúnam documentos como PIR, recibos e cartões de embarque. Plataformas como a AirAdvisor ajudam a simplificar o processo de reclamação
O grande motivo das reclamações são os problemas com benefícios e apoios, com 25%, seguindo-se problemas técnicos e de sistema, responsáveis por 23,25% das ocorrências. Já os erros administrativos e processuais e as deficiências na qualidade do serviço motivaram 19,74% das reclamações.
No total foram 4.654 as queixas recebidas no Portal sobre este setor, sendo as categorias sites e reservas de viagens, com 48%, companhias aéreas, com 20% e sites de reservas de alojamento, com 12%, as mais visadas.
De acordo com o Portal da Queixa o número de reclamações aumentou 80% face ao período homólogo. A falta de higiene e com as infraestruturas são responsáveis por 42% das queixas.
Dados do Portal da Queixa indicam que o volume de casos reportados mais que duplicou entre o primeiro e o segundo trimestre do ano. As principais queixas estão relacionadas com atendimento inadequado e dificuldades de agendamento e contacto.
O Portal da Queixa diz que os problemas de matrícula, que incluem dificuldades no Portal das Matrículas e a não atribuição de vagas, geraram cerca de 32% das ocorrências reportadas. A insatisfação tem vindo a crescer à medida que se aproxima um novo ano letivo, levando muitos pais a manifestar a sua frustração.
A plataforma recebeu, entre os dias 1 de janeiro e 28 de maio, 3.886 reclamações respeitantes a burlas em compras online, representando "um aumento crescente no número de casos registados, face a 2024".
Nos primeiros quatro meses de 2025, o Portal da Queixa "recebeu um total de 593 reclamações dirigidas à Agência para Integração, Migrações e Asilo (AIMA), o que representa um aumento na ordem dos 37% em comparação com o último quadrimestre de 2024, quando foram registadas 432 queixas".
As conclusões do inquérito do Portal da Queixa revelam uma perceção crítica em relação ao atual Governo de Luís Montenegro, com mais de 60% dos inquiridos (61,5%) a não reconhecerem qualquer evolução positiva nas suas áreas de atuação. Apenas 15,5% mencionaram melhorias nos apoios sociais e 15,3% nos impostos.
As principais queixas dos utentes incluem assistência médica inadequada ou recusada, dificuldade em marcar consultas e elevados tempos de espera. O setor privado, em particular, absorveu o maior volume de queixas, com o grupo CUF a ser a entidade mais reclamada. No setor público, os centros de saúde foram os mais visados.
As queixas registadas entre janeiro e março deste ano já dobram todas as reclamações apresentadas em 2024, revela o Portal da Queixa. Suspensão dos apoios financeiros e demora na aprovação são os principais motivos invocados pelos consumidores. ‘Apoio à Renda” é o programa mais visado.
Na sociedade atual, existem já mecanismos concebidos para reduzir os efeitos colaterais de fenómenos naturais extremos. Contudo, é necessário criar sinergias que consolidem todos os pilares desta estrutura.
Estudo da Consumers Trust Labs analisou o volume e os motivos das queixas dos utentes registadas no Portal da Queixa nos últimos dois anos, refletindo a perceção dos consumidores sobre os serviços hospitalares no país.
A insatisfação dos utentes com as urgências hospitalares tem vindo a aumentar no Portal da Queixa, tendo sido detetado um aumento de 11% no número de reclamações registadas na primeira semana do novo ano.