Não me parece que o cenário de eleições antecipadas tenha qualquer espécie de viabilidade, e a prioridade deve ser dada à estabilidade política por pelo menos mais um ano.
A Polícia Judiciária está a conduzir buscas na habitação de Rui Rio e na sede nacional do partido. Em causa estão suspeitas de peculato e abuso de poder, avança a CNN Portugal.
O grupo parlamentar do PSD não fará propostas de alteração ao relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito à TAP, mas retira conclusões, que seguirão na declaração de voto para evitar um chumbo do PS.
Sociais democratas avançam com suas próprias conclusões por escrito e querem relatório a concluir ingerência política na TAP e que muitas das notas sobre a companhia que constavam do computador do ex-adjunto, que chegou a ser recuperado pelo SIS, não foram enviadas ao Parlamento. PSD e Chega colocam Galamba no olho do furacão das responsabilidades políticas. que se prendem com os acontecimentos no ministério das Infraestruturas.
Fê-lo através duma publicação na rede social Twitter, na qual partilha uma notícia sobre a polémica em torno das declarações do governante sobre a comissão de inquérito à TAP.
O executivo municipal (PSD/CDS-PP) disse que esta rejeição se justificou por "há 15 dias", ter sido dito em reunião de Câmara, "que já estávamos a trabalhar nesse sentido". A Coligação Confiança, criticou o chumbo, e acusou o executivo de "completa inoperância, manifestada pela ausência de respostas aos problemas do Funchal".
Das acusações de um relatório feito "à medida" do Governo à consideração de que as conclusões contrariam a realidade, as forças políticas (à exceção do PS) mostraram-se muito céticos em relação ao documento.
Relatório preliminar da CPI à TAP passa a maior parte das responsabilidades para a ex-CEO e para os advogados, iliba governantes no processo de indemnização a Alexandra Reis e omite ingerência política e caso do SIS. Advogada de ex-CEO repudia relatório que atira culpas para Christine Ourmières-Widener e diz que esta ficou "em choque" com conclusões agora divulgadas.
“Estamos sofrer em Portugal os efeitos da passividade governativa dos últimos anos, um Governo que não muda, que não transforma, de empata, que não reforma mais dia menos dia ia ter de se confrontar com esta realidade”, afirmou Luís Montenegro, no final de uma visita de cerca de duas horas ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
A posição do partido foi marcada pelo deputado Paulo Moniz, que deixou claro que os sociais-democratas vão votar contra um documento que não "dá atenção ao que foram as vastas audições" e que "branqueia" vários factos.
O deputado do PS disse ainda que os eleitos da coligação Novos Tempos “usam a tática da vitimização, culpando a oposição, o Governo e quaisquer outros que não o próprio pela sua incapacidade de responder aos problemas dos lisboetas”.
O deputado social-democrata Maló de Abreu acusou o secretário de Estado das Comunidades e o PS de "deitarem ao lixo" propostas do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) para alterações à lei que regula este órgão, críticas rejeitadas pelos socialistas.
Apesar de não haver aparente substituto para Joaquim Miranda Sarmento, o especialista José Palmeira assinalou ao JE que o PSD "não tem tido protagonismo, tirando os momentos dos debates em que está o primeiro ministro".
No final de uma visita ao hospital Garcia de Orta, em Almada (Setúbal), no arranque de quatro dias de iniciativas dedicados ao setor, Luís Montenegro foi questionado sobre o desafio lançado pelo Chega ao PSD e à IL para assumirem um compromisso de “salvação da saúde” em Portugal.
À margem de uma visita ao Hospital Garcia de Orta, em Almada (Setúbal), Luís Montenegro foi questionado sobre as declarações do secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, João Paulo Catarino, que, segundo o jornal Mirante, defendeu que o novo aeroporto de Lisboa “fará muito mais sentido” na região de Santarém e apelou a que o PSD se envolva e ajude a defender essa localização.
O primeiro ano de Luís Montenegro na liderança do PSD fica marcado pela crise política. O primeiro "testes" decisivo acontece no próximo ano, com as eleições europeias.
“Queria registar a nossa divergência para com a posição do BCE, em particular da senhora Lagarde, no que concerne à valorização dos salários em Portugal", disse Montenegro.