Não me parece que o cenário de eleições antecipadas tenha qualquer espécie de viabilidade, e a prioridade deve ser dada à estabilidade política por pelo menos mais um ano.
“Aprovar este Orçamento é executar o que este parlamento decidiu ver implementado por maioria democrática e levou muitas horas de debate, de trabalho parlamentar e de compromisso com os destinatários destas iniciativas”, afirmou o líder parlamentar do PSD/Açores.
Já a preparar a campanha, a mensagem a passar é que só voto no PSD garante alternativa aos socialistas. Sem ambiguidades, o líder dos sociais-democratas vai insistir na ideia de que não há acordos com o Chega. Coligação pré-eleitoral tem muitos apoios, mas liberais estão intransigentes.
O PSD, sobre Cafôfo, diz que sem dar a cara já perdeu seis vezes na Madeira desde 2019 e sobre o JPP o PSD considerou que pouco diferem do PS e acusou o JPP de já imitar o PS nos golpes palacianos.
Em causa está o último relatório publicado pela Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR português, que concluiu que 20 dos 86 investimentos estão num estado "crítico" ou "preocupante".
Para governar Portugal, o PSD tem que ganhar as eleições de forma expressiva e conseguir formar uma maioria parlamentar, sem o Chega. Eu vejo isso muitíssimo difícil.
O membro da Comissão Política do PS falava aos jornalistas antes de participar num almoço em Cantanhede, em que se juntaram cerca de 30 militantes conotados com a ala direita do Partido Socialista.
Podemos discutir legados, mas o que é realmente importa é termos uma conversa sobre como esta eleição vai ser um ponto de viragem importante, ao ponto de o país poder vir a perder conquistas relevantes.
Ministro da Educação, João Costa, revelou esta sexta-feira, 10 de novembro, no âmbito da apreciação em especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2024, que a segurança é uma preocupação e que está prevista a contratação de mais de meio milhar de vigilantes visando reforçá-la.
Decisão anunciada pelo Presidente não é um caminho isento de obstáculos. Os socialistas já estão a mobilizar-se em busca de apoios para substituir Costa e à direita a maioria ainda depende do Chega.
A verdade é que, para muito boa gente no PS (e no PSD), interceder junto de um ministro para “desbloquear” projetos é perfeitamente legítimo, mesmo que esteja em causa um favorecimento indevido.
Para o líder do PSD, o único caminho possível era a dissolução do governo porque este é o "terceiro pântano político em que o Partido Socialista faz mergulhar Portugal".
Dia "D", de decisões, para Marcelo Rebelo de Sousa. Mas também Dia "O" de Orçamento e "E", de eleições antecipadas ou não. Todos os olhos estão postos hoje em Belém, onde o Presidente decide o futuro imediato da política portuguesa.
É preciso convencer uma parte importante dos eleitores que há políticos portugueses com as qualidades e experiência para praticar as medidas que assegurem um presente e um futuro melhor a velhos e novos.
Permanência do centro de decisão e de pagamento de obrigações dos impostos em Portugal e a possível diluição da empresa da Maia no universo dos compradores germânicos são alguns dos receios que toda a oposição disse ter face ao negócio.