O chumbo da proposta do Governo de revisão do Código Laboral, na sexta-feira, através de uma conjugação de votos do Chega com a esquerda parlamentar, nada mudou na estratégia que Luís Montenegro tinha traçada na sua moção e que acabou aprovada por unanimidade no sábado, mas teve impacto no tom da reunião magna.
José Luís Carneiro diz que as declarações de Luís Montenegro sobre o chumbo da revisão laboral não fazem sentido, tendo em conta o "processo de namoro, que quase que foi casamento, entre a AD e o Chega".
Eurico Brilhante Dias falava durante a sessão plenária de hoje, no Parlamento, numa declaração de voto oral, minutos depois de ter sido rejeitada a proposta do Governo para alterar a legislação laboral.
Numa carta enviada a José Luís Carneiro, à qual a agência Lusa teve acesso, António Campos, Américo Batista (que é candidato a estas eleições para o PS/Coimbra) e Rui Moreira Claro denunciam “violações grosseiras dos estatutos e do regulamento internos” e consideram que isso torna “inviável a realização do ato eleitoral agendado para o próximo dia 20 de junho”.
Quem arriscou, mesmo sem ganhar, mudou o país. Há quem queira organizar este caos, sintetizando as novas tendências à esquerda ou à direita, fazendo novos partidos grandes que voltem a arrumar a casa nos dois lados.
“Considerando que países aliados de Portugal - o Reino Unido, a Alemanha, a França e a Itália - atuaram de forma diferente daquela que foi a atuação do Governo português, o PS tem um dever porque aquilo que nos foi transmitido não corresponde àquilo que foi transmitido pelo Secretário de Estado norte-americano”, respondeu José Luís Carneiro esta noite, em entrevista ao NOW, sobre a polémica em torno do uso da Base das Lajes.
São mais de 50 alterações ao anteprojeto inicial, das quais 12 da UGT. Com a proposta, que foi aprovada na semana passada, o Governo retoma o fim do travão ao outsourcing e os limites de contratos a prazo mais longos. Prevê ainda ‘compra’ de dois dias extra de férias.
“O país viveu, desde aquele momento, agachado, de cócoras, e isto é particularmente grave, e por isso o Partido Socialista chamará o senhor ministro Paulo Rangel à Comissão de Negócios Estrangeiros. Se for entendido que uma parte deve ser à porta fechada, por questões da defesa e segurança nacional, assim será”, disse aos jornalistas o líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, no parlamento.
Este debate surgiu na sequência de declarações proferidas pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na quinta-feira, que elogiou Portugal por aceitar o pedido dos Estados Unidos para utilizar a Base das Lajes no conflito com o Irão.
O Governo fechou a proposta de revisão da lei laboral que segue para o Parlamento, com muitas dúvidas para perceber o que é que vai sair do jogo partidário. O PS dá sinais de não ter vontade de negociar ainda que estrategicamente não queira dizer que não para não se colocar de fora. Já o […]
Esta noite, em Lisboa, a vida do presidente honorário do PS será homenageada num jantar de amigos e familiares que junta mais de uma centena de pessoas num “hino à amizade, admiração e cidadania” de uma “voz da resistência”.
José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, defendeu hoje, na sessão solene comemorativa dos 52 anos do 25 de Abril, que o progresso económico só tem sentido quando serve as pessoas.
Em entrevista à agência Lusa, o líder socialista remeteu ainda para Tiago Antunes o anúncio de eventualmente se voltar a sujeitar a votação do parlamento para o cargo de Provedor de Justiça, enaltecendo a sua independência e apontando que o seu nome não sofreu reparos ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, e à liderança da bancada do PSD.
Em entrevista à agência Lusa, José Luís Carneiro assume que já disse ao antigo governador do Banco de Portugal e ex-ministro das Finanças de António Costa, Mário Centeno, que gostaria de contar com o seu contributo no PS.
Em entrevista à agência Lusa, o líder do PS diz que o Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) ainda está longe e que vai aguardar pela posição do Governo, deixa avisos sobre a estabilidade e a relação do executivo com o seu partido e anuncia o fim do modelo das cartas ao primeiro-ministro.
Em entrevista à agência Lusa, o secretário-geral do PS acolhe o regresso do antecessor Pedro Nuno Santos ao parlamento, responde à recente recusa do ex-ministro Duarte Cordeiro para integrar os órgãos do partido e afasta a ideia que esteja a surgir uma oposição interna não assumida que possa vir a disputar a sua liderança perto de umas eleições.
“O que está a acontecer com o Governo é que se aplica ao Governo aquilo que outrora a [antiga presidente do PSD] Dra. Manuela Ferreira Leite falou do Governo do PS, da asfixia democrática”, defendeu José Luís Carneiro em entrevista à agência Lusa.
Durante uma visita ao Mercado de Alvalade, em Lisboa, José Luís Carneiro foi questionado pelos jornalistas sobre a recusa do ex-ministro Duarte Cordeiro do convite para integrar a Comissão Política Nacional e o regresso do ex-líder do PS Pedro Nuno Santos ao parlamento na quarta-feira.
Esta decisão foi anunciada pelo líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, que adiantou que este pedido está a ser preparado e será apresentado até à próxima terça-feira.