“Pelos vistos, o Governo não se entende com os parceiros que são essenciais para conseguir viabilizar uma reforma, neste caso da legislação laboral”, afirmou José Luís Carneiro, em Évora.
O recandidato a líder socialista, José Luís Carneiro, defendeu hoje que cumpriu “com zelo” a missão de dirigir o PS quando o “declínio parecia irreversível” e que uniu o partido, considerando inaceitáveis posições de “colocar uns contra os outros”.
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, recandidata-se ao cargo e propõe, na sua moção global de estratégia, instituir uma Comissão de Ética para “avaliar as transgressões ao Código de Ética e a dar pareceres, orientações e formação regular sobre ética” e a criar um “canal de denúncias interno”, que será gerido por aquela comissão.
O Parlamento debate esta quarta-feira propostas para garantir o pagamento de 100% do salário líquido aos trabalhadores em lay-off devido às recentes intempéries. O Governo avisa que a alteração viola a "lei travão" ao aumentar a despesa prevista no Orçamento.
Armindo Monteiro, presidente da CIP apela a que o PTRR não se transforme “numa político-partidária”. A AEP alerta para as dificuldades no curto-prazo, “temos empresas que estão sem laborar”, sublinha o seu presidente, Luís Miguel Ribeiro. Por sua vez, os partidos da oposição criticam "falta de medidas concretas".
Medidas foram aprovadas na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública com os votos favoráveis de PSD, Iniciativa Liberal e CDS e abstenção do Chega e Livre.
O novo inquilino de Belém já sinalizou que “não há desculpas”, insistindo que este é o momento para o Governo e os partidos encontrarem soluções duradouras para os problemas do país.
José Luís Carneiro disse ser insuficiente o prolongamento da situação de calamidade até dia 8 de fevereiro “para responder aos conjuntos das necessidades”.
“Algumas dessas medidas são medidas recorrentes e repetitivas em relação a ocasiões anteriores. Há medidas positivas, mas há medidas insuficientes”, afirmou Carlos César aos jornalistas, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, após ter votado antecipadamente na segunda volta das eleições presidenciais de domingo.
António José Seguro exigiu esta terça-feira resultados para que “os portugueses tenham saúde a tempo e horas”, rejeitando estar a pressionar do Governo, mas apenas a garantir que todos colaboram no mesmo sentido.
Seguro venceu, destacado, quando falta apurar o resultado de nove consulados. Mas o jogo das presidenciais ainda vai a meio. Nas eleições mais disputadas de sempre, foram muitos os perdedores.
José Luís Carneiro apelou às Nações Unidas e autoridades internacionais para que salvaguardem o direito internacional na Venezuela, manifestando apoio ao Governo nas diligências que defendam a comunidade portuguesa.
Em declarações à agência Lusa, o líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, disse ser importante perceber quem é que deu autorização para classificar essa viagem - na qual foram apreendidos cinco milhões de euros em numerário - como voo de Estado, “quando o presidente Sissoco já não era presidente, estava deposto e, aliás, fora da Guiné-Bissau”.
Brilhante Dias, líder parlamentar do PS, assinala que o anteprojeto do Governo "Trabalho XXI" propõe um conjunto de alterações que "ou caem" ou "provavelmente" não terá o acordo da UGT.
Brilhante Dias, líder parlamentar do PS, afirma que a greve geral desta quinta-feira, contra o pacote laboral, é a todos os títulos um grande êxito e devemos felicitar a grande capacidade de mobilização das centrais sindicais, quer da UGT quer da CGTP".
O secretário-geral do PS considerou que “é pouco digno” do primeiro-ministro fazer um “leilão de valorizações salariais”, depois de Luís Montenegro ter falado num salário mínimo de 1.600 euros, dias antes de uma greve geral.
O PS quer que a lei reconheça a figura da empresa estudantil e o estatuto do estudante empreendedor, que garanta que estes alunos possam cumprir com “direitos, disponibilidade, proteção e responsabilidade” as funções que assumem nessas empresas.
“Este Orçamento não tem credibilidade, o Governo desbaratou os recursos que herdou dos Governos do PS. Este não o Orçamento do PS e não corresponde à nossa visão de desenvolvimento do país, e não responde às necessidades económicas e sociais [do país]. E não apoia famílias e empresas”, defendeu o líder do PS, na sessão de encerramento do Orçamento do Estado para 2026.