Ensinar para duvidar num mundo com IA parece exigir, talvez paradoxalmente, mais presença, mais debate direto entre alunos e professores, mais confronto de ideias ao vivo, mais tempo dedicado ao processo de aprendizagem.
Além de insuficiente, o líder do PSD defendeu que o diploma "não responde aos problemas de fundo que afetam o pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário".
Cerca de 20% dos professores em mobilidade por doença que já foram fiscalizados por juntas médicas tinham declarações falsas, indicou hoje o ministro da Educação.
A greve incide sobre todo o trabalho de preparação, aplicação e avaliação das provas de aferição e prolonga-se até quinta-feira, o que coincide com as datas para a realização das provas de aferição de educação artística e educação física do 2.º ano de escolaridade, que arrancaram na terça-feira.
Além de Faro, as greves distritais de professores e educadores irão afetar, no decorrer desta semana, os distritos de Évora, Coimbra, e Castelo Branco.
Esta quarta-feira, 26 de abril, é dia de protesto generalizado de professores. A greve convocada pelo S.T.O.P. prolonga-se até à próxima sexta-feira e tem serviços mínimos decretados pelo tribunal arbitral.
Durante uma noite, a Praça do Rossio, em Lisboa, vai ser ocupada por várias dezenas de professores e trabalhadores não docentes, num novo acampamento por melhores carreiras e pela recuperação do tempo de serviço, que deverá prolongar-se até dia 1 de maio.
Iniciativa de um grupo de profissionais de educação que se organizam através das redes sociais, o acampamento de professores que hoje começa deverá manter-se até 1 de maio.
Os professores evidenciam a inexistência de condições, nomeadamente a "qualidade dos equipamentos e acesso à banda larga", bem como a iliteracia digital, uma vez que os alunos do segundo ano ainda estão a aprender a escrever.
Depois da reunião entre o Ministério da Educação e os sindicatos ter acabado ontem sem acordo, a luta dos professores mantém-se, com a greve a parar esta sexta-feira, o distrito de Setúbal a partir das 12h00.
A entrega das bandeiras decorre esta sexta-feira, 21 de abril, em S. Bento, culminando a ação “Querem melhorar a educação? Tratem bem os que cá estão!”, que percorreu escolas de todo o país.
Arranca ao meio dia desta segunda-feira, 17 de abril, no distrito do Porto a nova vaga de greves dos professores. Hoje também, o Público adianta que o número de inscritos nos exames nacionais está em linha com o ano passado.
“O Governo foge à resolução dos problemas”, dizem as organizações sindicais. O início da nova paralisação está agendado para as 12h00 desta segunda-feira, no distrito do Porto. À mesma hora haverá um encontro entre sindicatos e professores à porta da escola de Canelas, em Vila Nova de Gaia.
“Nesta fase, está esgotada a possibilidade do Governo, nomeadamente, [na lei] dos concursos fazer o que quer que seja. O diploma está com o Presidente da República (…) que, usando os seus poderes constitucionais (…) tem a possibilidade de fazer qualquer coisa por nós”, afirmou o docente de 51 anos.
O Presidente da República disse hoje aguardar respostas do Governo a "uma série de dúvidas" sobre o diploma dos concursos dos professores que colocou ao Executivo na semana passada.
Educadores e professores destas categorias poderão deixar de dar aulas a partir dos 60 anos. A intenção foi apresentada pelo ministro João Costa às organizações sindicais, devendo a proposta concreta estar em cima da mesa na próxima reunião negocial daqui a duas semanas.
Numa nota publicada esta quarta-feira, na página oficial, Maria Lúcia Amaral propõe que no novo regime esteja prevista "a possibilidade de adequação da carga letiva e das funções exercidas ao respetivo estado de saúde".
A convergência de nove sindicatos anunciou esta quarta-feira, 29 de março, que a greve por distritos que os professores vão realizar entre 17 de abril e 12 de maio prevê que cada dia de luta comece às 12h00, oque retira a possibilidade de serem requeridos serviços mínimos.