A tecnologia por si só não gera valor; o valor surge quando a organização se reestrutura em torno dela. O mesmo princípio se aplica à inteligência artificial.
O diagnóstico é claro: urge aumentar a produtividade e a competitividade da economia, atuando em várias frentes, mas a reforma primordial é a do Estado.
Segundo Pedro Borges Caroço, director na Michael Page, os resultados do estudo sugerem que embora os gestores vejam, habitualmente, o trabalho remoto como um benefício para os colaboradores, consideram-no algo prejudicial para as equipas e para a produtividade da organização.
O Relatório assinala, e bem, a baixa eficácia e produtividade da I&DT financiada pela Comissão Europeia e por muitos governos nacionais, com uma grande dispersão de programas.
O antigo diretor da Nova SBE, lança esta segunda-feira, o livro “Ambição. Preparar Portugal Para a Geração Mais Bem Preparada”, onde deixa um conjunto de ideias para que Portugal afirme a ambição coletiva que tem faltado. Paulo Portas faz a apresentação da obra na Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa, em Lisboa.
A relação entre compensação e desempenho é complexa, e embora a remuneração possa parecer elevada, ela frequentemente reflete o valor que esses líderes trazem para as suas empresas.
“A generalidade dos indicadores sugere que houve um abrandamento da economia no segundo trimestre, mas não muito expressivo, o que aponta para uma revisão em alta das perspectivas para o conjunto do ano”, lê-se no documento publicado pelo gabinete de estudos do Fórum.
Apenas quatro empresas, das 21 que aderiram ao projeto-piloto da semana de quatro dias de trabalho, decidiram regressar à jornada semanal de cinco dias de trabalho. Um modelo com virtudes?
Empresas mais pequenas "apresentam 66% da produtividade das grandes empresas, ultrapassando as outras economias avançadas, cuja média é de 60%". McKinsey indica que esta percentagem se deve ao "fraco desempenho de algumas grandes empresas".
Benvinda Catarino, diretora da AIP para a Formação e Desenvolvimento Empresarial, revela ao JE que o projeto de formação privilegia as temáticas da digitalização, inovação e internacionalização, competitividade e sustentabilidade e permitirá o "reskiling" e "upskiling" de 250 profissionais de 25 PME.
Devem ser implementadas políticas públicas, no sentido de construir um novo contrato social, que permita mitigar os impactes da inovação e manter vivas as aspirações de mobilidade societária das populações, e que permita também reduzir as desigualdades criadas.
Destacaria a transformação tecnológica e digital como uma oportunidade ímpar para que as empresas nacionais ganhem, acima de tudo, competitividade nos mercados globais.
A associação revela que tem consciência “da urgência congregada da redução dos impostos sobre o trabalho, por um lado, assim como o aumento da produtividade, pelo outro”, portanto formulou uma proposta para “dar resposta conjugada a ambos os objetivos”.
Será sempre fundamental ter um plano de adoção robusto, incluindo formação inicial aos utilizadores sobre como tirar o melhor partido desta nova tecnologia e mitigar os seus riscos.
A conclusão surge no mais recente relatório Work Trend Index da Microsoft, que aponta as principais tendências do mundo do trabalho e que, nesta edição, contou com a colaboração do LinkedIn. Trabalhadores estão de olhos postos em novas oportunidades relacionadas com IA.