O índice de preços ao consumidor (IPC), principal indicador da inflação na China, aumentou 0,5% em termos homólogos em julho, segundo dados oficiais publicados hoje pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE) da China, um valor abaixo do esperado pelos analistas, que previam uma travagem menos acentuada a rondar os 0,8%.
O equilíbrio entre concorrência e proteção dos consumidores é indispensável. Mas, como quase sempre acontece, o verdadeiro teste não está na aprovação de novas regras, mas na sua aplicação.
De acordo com a estimativa rápida do gabinete de estatísticas da União Europeia (UE), prevê-se que a taxa de inflação anual da zona euro seja de 2,9%, acima dos 2,0% homólogos e dos 2,8% registados em junho.
Ministra do Ambiente chama pesos pesados da regulação e fiscalização para investigar se existem distorções nos combustíveis. Se se confirmar, admite impor tetos para controlar preços nas bombas.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) de junho do INE, consultado hoje pela Lusa, indica que Moçambique "registou um aumento de preços na ordem de 0,2%", face a maio (2,32%), influenciado sobretudo pelos setores dos Transportes e da Habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis, contribuindo, respetivamente, com 0,10 e 0,06 pontos percentuais.
Retoma da produção em força no Golfo Pérsico alimenta este cenário. Esta previsão, uma das mais otimistas em Wall Street, implica uma queda de quase 50% face ao máximo atingido este ano, devido à guerra no Médio Oriente.
"Em relação ao trimestre anterior, o Índice de Preços na Produção de Serviços aumentou 0,1% (variação de -3,2% no período precedente e de -0,1% no período homólogo). A taxa de variação média do ano terminado no primeiro trimestre de 2026 situou-se em 3,5% (3,2% no 4.º trimestre de 2025)", disse o INE.
Às 07:00 de hoje, o Brent — referência na Europa — registava uma queda de 1,52% no mercado futuro de Londres, cotado nos 72,62 dólares, caminhando para a quarta sessão consecutiva de perdas, à medida que o mercado reagia positivamente à reabertura do estreito de Ormuz.
De acordo com os boletins das ofertas comerciais da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), no segundo trimestre deste ano existiam 22 comercializadores com ofertas de eletricidade e oito comercializadores com ofertas duais.
"Esta evolução foi sobretudo impulsionada pelo agrupamento Energia, cujo contributo para a variação total do índice aumentou para 3,0 p.p. (2,7 p.p. no mês anterior), refletindo uma variação homóloga de 19,5%, face a 17,2% em abril. O comportamento deste agrupamento deveu-se essencialmente à subida dos preços dos produtos petrolíferos", explica o INE.
Depois de ter registado a maior queda das últimas nove semanas, o cabaz alimentar voltou a registar uma subida de preço, chegando agora aos 257,68 euros.
"Em maio, Portugal registou +38 pontos no indicador que mede a expectativa de que os preços vão subir mais depressa nos próximos doze meses. O valor representa mais do dobro da média europeia (+15 pontos) e um dos mais elevados do espaço comunitário", conclui o estudo Euro Consumer Climate da GfK.
Preços do petróleo e do gás desceram em reação ao acordo de paz, mas é preciso que os preços do gasóleo/gasolina se mantenham em baixa nos mercados internacionais ao longo da semana para os preços descerem na bomba na próxima semana.
O índice de preços no consumidor terá atingido o nível mais elevado desde abril de 2023, impulsionado pelos custos da energia, que aumentaram 23,5% em maio.
“Face à perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma descida dos preços do gasóleo rodoviário e da gasolina sem chumbo, o Governo decidiu ajustar o desconto extraordinário e temporário no ISP em vigor aplicável ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo”, lê-se no documento.
O índice de confiança dos consumidores dos EUA caiu em maio para 44,8 pontos, cinco pontos abaixo do valor de abril, que se situou nos 49,8 pontos, o que representa uma redução de 10% em termos mensais e de 14,2% em termos homólogos.
A subida dos preços da energia em abril foi mais do dobro da registada no mês anterior, à medida que a crise de Ormuz se materializa na Europa. Também a componente alimentar começa a acelerar e até o indicador subjacente já ultrapassa os 2% de referência para o BCE.