Por ironia histórica, a decisão americana de impor a paz no Golfo converte-se numa das mais pesadas sanções que alguma vez se abateram sobre o Kremlin, sem que ninguém precisasse de a decretar.
Farto de esperar por uma resposta do Irão, acossado por aquele que pretende ser o seu melhor aliado, Benjamin Netanyahu, e pressionado pelo abate de um helicóptero norte-americano, o presidente dos EUA prometeu novos ataques para os próximos dias.
Análise da Maxyield revela menor volatilidade na segunda semana de março, mas tensões com o petróleo continuam a pesar. Declarações do presidente dos EUA sobre o fim do conflito impulsionam recuperação parcial.
Ministro da Economia segue a mesma linha de pensamento da sua colega do Ambiente e Energia: Portugal não pode furtar-se às imposições da Comissão Europeia em matéria de ISP, mas fará um ajuste faseado e não abrupto.
A OPEP anunciou na quinta-feira que vai aumentar a produção de petróleo em 411 mil barris já em maio, o que significa um acréscimo que triplica as previsões que existiam. Para tal podem ter contribuído as ações do presidente dos EUA, nomeadamente pelas sanções ao Irão e Venezuela, assim como pressões para uma baixa dos preços.
O banco de investimento cita a maior produção norte-americana à boleia de ganhos de eficiência e a fraca procura chinesa para argumentar que o barril de petróleo estará, em média, mais barato do que previa até final deste ano e no próximo.
O preço do petróleo fechou a última semana com uma descida superior a 6%, o que deixou o crude Brent, referência na Europa, nos 83,8 dólares, e o West Texas, referência nos Estados Unidos nos 78 dólares provocado por um abrandamento nos receios do conflito no Médio Oriente.
O crescimento de algumas economias - como a dos EUA e da Índia - e por problemas nas rotas do Mar Vermelho estão a levar os preços do petróleo para patamares que não estavam previstos.
A consultora considera que os produtores da OPEP+ querem estabilizar os preços do petróleo abaixo da ‘barreira psicológica’ dos 100 dólares e não reverter alguns dos cortes já anunciados.
Cerca de um ano e meio depois do início da guerra e das sanções económicas que lhe estão associadas, a economia russa começa a dar fortes sinais de desaceleração.
A Rússia defendeu-se das sanções com medidas retaliatórias para fazer com que o efeito das sanções fosse reflectido mais rapidamente no Ocidente. Como irá a situação evoluir?