Enquanto continuarmos a medir o rigor pelo número de documentos exigidos e não pela qualidade das decisões tomadas, continuaremos a ser, apenas, um país onde o papel muda de formato, mas a burocracia permanece intacta.
Os eleitores não consideram o clientelismo como algo positivo, mas agem com um nível de aceitação para com esse fenómeno que se baseia numa espécie de conformismo face à sua “imutabilidade”.
A percepção de injustiça e de qualidade das instituições dá sinais preocupantes um pouco por todo o mundo, não apenas em Portugal. O caminho feito até aqui exige mais participação e envolvimento, mais debate, mais reflexão, mas também mais acção.
Com apresentação de Gabriel Monteiro e de José Carlos Lourinho, o Atlantic Connection é um programa produzido em parceria pela BM&C News e pelo Jornal Económico, que oferece uma perspectiva em português sobre os grandes temas da atualidade global.
Com apresentação de Gabriel Monteiro e de José Carlos Lourinho, o Atlantic Connection é um programa produzido em parceria pela BM&C News e pelo Jornal Económico, que oferece uma perspectiva em português sobre os grandes temas da atualidade global.
Num contexto geopolítico muito turbulento e incerto, foi bom ver os nossos dois países trabalharem em conjunto e reforçarem os seus laços em muitos domínios. Um compromisso que será aprofundado em 2023.
O 'greenwashing' é mau para as pessoas, para o planeta e para a nossa prosperidade coletiva. As entidades reguladoras a nível nacional, europeu e mundial, devem reforçar o seu papel de supervisão e separar cada vez melhor o trigo do joio.
A humildade não faz parte da natureza de possidentes, novos-ricos e pseudo-estadistas portugueses. Como escreveu Eduardo Lourenço sobre os portugueses, é tudo aparência.
Se em 2023, a inflação mensal sair em torno da média histórica desde 1999, a inflação média ficará entre 4,0% e 4,5%. Acredito que possa ficar ainda mais baixa.
As universidades são muito mais do uma fábrica eficiente e barata de diplomados. São sobretudo locais onde se produz novo conhecimento, se fomenta o pensamento crítico e onde se lançam as sementes da inovação.
O que todos temos de reclamar na forma como a democracia está a funcionar em Portuga, é uma reforma urgente do sistema político, mas também a ilação e responsabilidade política de quem gere os destinos de Portugal.
Precisamos de uma nova gente. De novos agentes. De uma classe política refrescada e refrescante. Com Mundo. No fundo, precisamos de um novo pensamento, de novos caminhos e da necessária estratégia nacional de longo prazo para Portugal.
No World Giving Index, Portugal surge em penúltimo lugar, apenas à frente do Japão, numa lista de 114 países. Como já por diversas vezes proclamou o Papa Francisco, “a raiz da solidariedade está no Outro”. Somos interdependentes.
À medida que o excelente sistema educacional português desenvolve os seus esforços de internacionalização, também estou confiante de que cada vez mais estudantes do Reino Unido verão Portugal como um excelente país para estudar.
A dúvida essencial é sobre a guerra: será que acaba em 2023? Mas também nos perguntamos se será necessário provocar uma recessão para controlar a inflação.
Para já, o subsídio de férias ainda pode permitir cumprir com pagamentos em atraso ou ser aforrado por motivo de precaução. No entanto, nada se augura de bom no ano que se avizinha.
Informações recolhidas junto de quem melhor conhece a realidade romena apontam para a existência de ainda significativas fragilidades de alguma forma retratadas nos níveis de pobreza e nas insuficiências dos sistemas educativo e da saúde.
O Sindicato fala de "empobrecimento", acusa o Governo de não ter dado até agora quaisquer garantias, o que não deixa alternativa a não ser a greve, que tem início dia já na próxima segunda-feira, 5 de dezembro.
As grandes transformações económicas e sociais de que o país precisa para corrigir a trajetória da divergência em relação à Europa não dependem da quantidade de dinheiros comunitários. Depende da conceção estratégica que se quer para Portugal.
Nas Universidades estamos a atrair, a integrar e a contribuir para criar um capital humano e emocional que pode ajudar a criar e a reter talento, mas quem pode ficar?