Entre os casos mais frequentes estão os serviços de valor acrescentado, que podem surgir associados a mensagens, conteúdos digitais ou subscrições ativadas no telemóvel.
O setor das telecomunicações em Portugal viveu um ano de 2025 conturbado. De acordo com o mais recente Barómetro do Portal da Queixa sobre o estado das Telecomunicações, o número de reclamações atingiu as 14 mil ocorrências, um salto de 37% face ao ano anterior. O dado mais alarmante surge no segmento low-cost, onde as queixas explodiram 271,65%.
Os dados do barómetro colocam a reputação da AIMA como "um risco sistémico para a atratividade de Portugal no mercado global de talento", alerta o Portal da Queixa.
"Com mais de 500 queixas e um nível de satisfação crítico (17,2 em 100), as falhas nos processos administrativos são, este ano, o motivo mais apontado pelos cidadãos", refere o mesmo boletim, que alerta "para o risco sistémico da reputação da agência na competitividade do país".
A partir de agora, o apoio passa a ser de 25 euros por botija de gás, um aumento temporário que pretende responder à subida dos preços da energia. Mas afinal, quem pode beneficiar e o que tem de fazer para receber este apoio?
É nos bancos digitais que se regista a maior subida de ocorrências. O Barómetro do Estado da Banca em Portugal – 2025' foi desenvolvido pela Consumers Trust Labs, o hub de inteligência de dados da Consumers Trust. O estudo analisou 3.307 reclamações reais registadas no Portal da Queixa, entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2025.
O objetivo é simples: permitir que utilize um único meio de acesso, físico ou digital, em diferentes transportes e regiões do país. Saiba como vai funcionar.
No Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, que se assinala a 15 de março, importa recordar uma realidade cada vez mais evidente em Portugal: os consumidores estão mais atentos, mais informados e mais dispostos a fazer valer os seus direitos. Os dados mais recentes confirmam esta tendência. Em 2025, o Portal da Queixa registou um […]
O ano de 2025 ficou marcado por um recorde no consumo de eletricidade e por um aumento das queixas dos consumidores, especialmente dirigidas à distribuição e à faturação.
A decisão vai além da escolha do banco. É preciso alinhar expectativas, hábitos e objetivos. O dinheiro continua a ser uma das principais fontes de conflito entre casais, muitas vezes não pelo valor em causa, mas pela forma como é gerido.
Barómetro anual do estado da saúde em Portugal revela que 2025 ficou marcado por "tempestade perfeita e de "normalização da crise na saúde", criada por greves prolongadas e "estrategicamente coordenadas de médicos e enfermeiros", um conflito aberto e litigioso entre os grandes grupos de saúde privados e a ADSE e falhas catastróficas em infraestruturas críticas.
Controlar despesas fixas não passa apenas por mudar de fornecedor ou renegociar contratos. Há hábitos simples, muitas vezes ignorados, que têm impacto direto no valor das faturas de eletricidade, água e gás. Um deles é a comunicação regular das leituras dos contadores.
Segundo o Portal da Queixa "em 2025, o Portal da Queixa registou 2.090 reclamações na subcategoria de Casinos e Casas de Apostas Online Ilegais, revelando um fenómeno persistente e amplamente disseminado, muitas vezes promovido através de influencers portugueses em plataformas digitais".
Depois de um período de maior gasto, como o Natal, este é o momento ideal para fazer exatamente o contrário: abrandar, analisar os encargos fixos e perceber onde pode ajustar contratos e encontrar melhores condições.
Levantar dinheiro parece um gesto simples e automático, mas a escolha da caixa ATM pode ter um impacto direto no valor que sai da sua conta. Em Portugal, coexistem diferentes redes de multibancos, algumas integradas no sistema bancário nacional e outras
exploradas por operadores privados, com modelos de negócio muito distintos.
No Top 10 das entidades públicas mais reclamadas em 2025 estão: o IHRU (20,06%); o IMT (13,68%); a AIMA (12,12%); o SNS (4,03%); a Segurança Social (3,25%); a Carris (2,74%); a Carris Metropolitana (2,68%); o Ministério do Ambiente e Energia (2,60%); a CP – Comboios de Portugal (2,60%) e o IRN - Instituto dos Registos e do Notariado (2,34%).
Em poucos minutos, é hoje possível criar lojas falsas com aspeto profissional, anúncios convincentes e conteúdos praticamente indistinguíveis dos utilizados por marcas legítimas. Saiba como proteger-se neste artigo do Portal da Queixa.
Quase 239 mil reclamações foram registadas em Portugal no ano passado, mais 6,4% do que em 2024. A logística, as telecomunicações e os serviços públicos concentraram a maioria das queixas, segundo o Barómetro Anual do Consumo do Portal da Queixa.