Autonomia estratégica não significa neutralidade, muito menos equidistância entre Estados Unidos, China e Rússia. Significa possuir capacidade suficiente para escolher.
Seria mais interessante que os temas de campanha fossem centrados nas preocupações com que a União se defronta. Porque, em última análise, significa discutir a manutenção da Paz.
Qualquer acordo de cessar-fogo ou tratado de paz tem de envolver a Rússia. Mas terá de existir o cuidado por parte da comunidade internacional para que não se dê a repetição dos acordos de Minsk.
Da janela do Palácio Apostólico, perante os milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, Francisco apelou também a "um rápido cessar-fogo em Gaza" e a que "se prossiga o caminho da negociação", repetindo a última palavra: "negociação".
“Ambos os ministros e respetivas delegações discutiram os termos das cláusulas do projeto de acordo bilateral para o estabelecimento da paz e das relações interestatais entre a Arménia e o Azerbaijão”, declarou o Ministério dos Negócios Estrangeiros arménio num comunicado.
A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros arménio, Ani Badalian, indicou na rede social X que as delegações arménia e azeri se encontraram na emblemática Villa Borsig da capital alemã.
“Julgo que pelo menos se deveria iniciar um esforço conjunto para determinar os parâmetros gerais da paz. Neste aspeto, apoiamos em princípio o plano de paz de dez pontos proposto pelo Presidente ucraniano”, disse Erdogan numa mensagem vídeo enviada à cimeira dos Balcãs ocidentais que hoje decorre em Tirana e com a participação de Zelensky.
Não falta no mundo quem se esqueça que a paz faz-se com os inimigos. Mas é inegável que, se queremos evitar a guerra, temos de nos preparar para ela, como reza o adágio latino.
O estado de Israel é irreversível, mas a sua condição excepcional não é irrevogável. Revogá-la é uma condição para a possibilidade escassa de alguma esperança. É uma condição não do passado, mas do nosso tempo, por que somos responsáveis.
Aquilo a que temos assistido na Terra Santa é uma tragédia que só poderá terminar quando os dois lados compreenderem que há mais a ganhar com a paz do que com a guerra.
As consequências de uma maior militarização poderão afetar negativamente os esforços humanitários de acolhimento de refugiados, que marcaram o principal esforço coletivo europeu da década passada.
Walter Benjamin disse, no seu “Peace Commodity”, que para falar de guerra tem que primeiro se ter conhecido a paz. Em Economia, para se compreender a paz (estabilidade) tem que se ter passado pela guerra (com os preços).