Autonomia estratégica não significa neutralidade, muito menos equidistância entre Estados Unidos, China e Rússia. Significa possuir capacidade suficiente para escolher.
Trump enumerou cinco condições que o Irão tem de concordar para pôr fim à guerra. “O Irão deve aceitar que nunca terá uma arma nuclear. O estreito de Ormuz deve ser reaberto imediatamente e Teerão deve comprometer-se a proceder à sua desminagem total”, afirmou na sua rede social.
Nos próximos dias, forças adicionais dos Estados Unidos, incluindo drones subaquáticos, irão juntar-se aos esforços de remoção das minas no estreito de Ormuz.
As reuniões vão definir a agenda e o formato das conversações entre os EUA e o Irão. Iranianos em Lisboa pedem aos norte-americanos que continuem a guerra.
Vice-presidente norte-americano, JD Vance, já aterrou no Paquistão para as negociações de paz entre os EUA e o Irão. Responsável iraniano avisa que os EUA devem pensar nos seus próprios interesses e não nos israelitas.
Uma dezena de líderes europeus, incluindo da UE e da NATO, reuniram-se em Berlim para discutir os planos de paz para a Ucrânia com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e com enviados dos Estados Unidos.
"Será a sua filha, Ana Corina Machado, que receberá o prémio em nome da mãe", declarou Kristian Berg Harpviken ao microfone da rádio norueguesa NRK. "Será a filha que proferirá o discurso que a própria Maria Corina escreveu", acrescentou.
Apesar de todos os encontros entre russos, norte-americanos e ucranianos, o Kremlin mantém-se irredutível, bloqueando qualquer avanço. Os europeus assistem sem ‘voto na matéria’.
Um plano de paz entre a Rússia e a Ucrânia só poderá ser finalizado com Kiev e os europeus "sentados à mesa", declarou hoje Emmanuel Macron, durante uma conferência de imprensa com o seu homólogo Volodymyr Zelensky, em Paris.
Num dia em que vários líderes europeus, ucranianos e norte-americanos estiveram reunidos em Genebra para discutir o plano de paz apresentado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, von der Leyen sublinhou o papel central que a Europa deve ter para atingir um acordo de paz para a Ucrânia.
O documento foi assinado este sábado, 15, em Doha, capital do Qatar, país, que desde abril passado, tem mediado as conversações, noticiou a imprensa local.
Washington deve compreender que apoiar Israel não significa endossar as suas ações incondicionalmente, mas ajudá-lo a encontrar a segurança que nasce da paz e não da dominação.
O acordo está em conformidade com os objectivos de Israel e as suas posições de princípio desde o início da guerra, o regresso de todos os reféns, um futuro governo em Gaza sem o Hamas e o desarmamento do Hamas, acrescenta o comunicado de Israel. Ao anunciar o acordo, Donald Trump afirmou que "isto é mais do que Gaza —é o início da paz no Médio Oriente”.
Entre as várias mensagens que a cimeira deixou ao mundo, destacamos esta. 'Estamos, aqui, empenhados em lançar as bases de uma organização mundial diferente. Queremos um mundo onde a Multipolaridade seja o guião estruturante dessa nova ordem'.
No evento anual da ONU para destacar os ODS, em Nova Iorque, Guterres recordou que construir um mundo mais justo, onde as pessoas e o planeta prosperem, faz parte da promessa de atingir os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030.
A Europa, em particular, deveria olhar para Hiroshima com redobrada atenção. A guerra em solo europeu, na Ucrânia, carrega o risco de, por descuido ou por cálculos políticos equivocados, escalar para algo muito mais devastador do que imaginamos.
No total, os ataques de quinta e sexta-feira resultaram em 18 mortos e dezenas de feridos, no que as autoridades consideram uma ofensiva coordenada por dissidentes das FARC.