Crescimento económico e do mercado de trabalho, bem como o efeito dos preços, estão na base do aumento da carga fiscal para 35,4%, que ajudou a sustentar o excedente.
A redução do IVA, para a taxa reduzida da abrangeria a eletricidade, o gás canalizado, e o gás de botija. Na Madeira o IVA passaria de 22% para 5%, refere o PCP.
Há uma alteração fundamental dos equilíbrios herdados da II Guerra Mundial e do desmembramento do Pacto de Varsóvia e da União Soviética. As guerras no Médio Oriente e na Ucrânia são manifestações dessa evolução.
O parecer negativo teve os votos favoráveis do PSD, CDS-PP, Chega, Iniciativa Liberal, PAN, a abstenção do JPP e do BE, o voto contra do PS, e o PCP não participou na reunião.
Façam as leituras que entendam, mas o novo cenário de previsões do FMI distancia-nos da convergência europeia e traz, também, reflexos muito negativos no défice orçamental.
Temos, a meu ver, que ser “empurrados” por quem cria efetivamente riqueza, e emprego. Ou seja, por uma iniciativa privada pujante e competitiva à qual o Estado não crie custos de contexto em demasia.
Além dos receios de quem vê uma crise no horizonte, após dois anos de pandemia, são duas as minhas maiores preocupações para a economia doméstica: a definição de política monetária de combate à inflação e a execução do PRR.
Uma redistribuição justa de impostos aliada a uma despesa que otimize o bem-estar social são, no fundo, os dois pilares sobre os quais uma revisão nos impostos e os futuros orçamentos do Estado devem assentar.
Conheça a opinião de Luís Marques, Country Tax Leader da EY Portugal, sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2022 que foi chumbada no Parlamento.