Na formação formal, Portugal é apenas o 19.º com maior proporção de adultos entre os 25 e os 65 anos num total de 32 países da OCDE. E na formação não formal é 22.º
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) prevê que o saldo orçamental português será nulo este ano, passando para um défice de 0,1% em 2027, segundo as previsões divulgadas hoje.
Organização cortou a expectativa de crescimento global este ano para 2,8% e a portuguesa para 1,8%, ou seja, menos 0,4 pontos percentuais do que em dezembro, mas avisa que, caso as perturbações no Médio Oriente se prolonguem até ao próximo ano, os efeitos negativos na economia e mercados financeiros serão consideravelmente mais relevantes.
Estudo do supervisor, publicado em janeiro, mostra que há “fluxos de trabalhadores intensos” e que a mobilidade “não se limita aos trabalhadores mais jovens”. Centeno constata que “a rotação do emprego é enorme”, mas Mota Soares afirma que a reversão de medidas a reversão de medidas e a Agenda do Trabalho Digno tornaram o mercado mais rígido.
Portugal tem das legislações laborais mais rígidas da OCDE, especialmente nos contratos sem termo. Para compensar esta rigidez, que dificulta a adaptação, as organizações, as empresas refugiam-se nos contratos a prazo e nos recibos verdes, na precariedade.
Em Portugal, a produtividade por hora de trabalho situa-se 28% abaixo da média da UE e muito abaixo de países com uma legislação mais flexível, como a Irlanda ou a Alemanha. O mercado laboral português é o segundo mais rígido, nomeadamente nos despedimentos, dentre os 39 países da OCDE.
Desde 2013 que Stefano Scarpetta liderou a administração de emprego, trabalho e assuntos sociais da OCDE, onde supervisionou iniciativas marcantes, que incluíram a estratégia de empregos da OCDE.
A análise das Perspectivas Empresariais do Fórum para a Competitividade mostra que o indicador de produtividade dos países do Leste europeu que aderiram à UE era inferior ao nosso, mas em 2024 quase todos já nos tinham ultrapassado.
A contrafação representa anualmente 467 mil milhões de dólares no comércio mundial, constituindo uma “ameaça significativa” para a economia global e apresentando “sérios riscos” para as pessoas e mercados de trabalho, segundo um relatório da OCDE divulgado esta terça-feira.
Reconhecendo o problema crescente no acesso à habitação em Portugal, a OCDE aponta várias das falhas do mercado no país e sugere medidas: impostos mais focados na propriedade, em vez das transações, e que penalizem imóveis devolutos ou usados como segunda habitação nas zonas com maior procura, além de maior preocupação com a eficiência energética e estímulos ao investimento.
Portugal sobe dois lugares no Índice de Competitividade Fiscal. Pela primeira vez em anos, há sinais de correção de rumo. Mas ainda é o 6.º pior entre os 38 países da OCDE. Permanece na cauda da Europa. Os desafios persistem, sobretudo na tributação das empresas.
Com a divulgação das contas nacionais trimestrais por setor institucional pelo INE será conhecida a evolução do saldo das contas públicas até setembro, numa altura em que o ministro das Finanças continua confiante na estimativa de um excedente de 0,3% do PIB para o conjunto do ano.
A “The Economist” colocou a economia lusa com o melhor desempenho em 2025 entre 36 países maioritariamente desenvolvidos. Mas nem todos os portugueses se regozijam, porque não sentem estas melhorias ou porque o impulso da economia vem do PRR e a produtividade não tem aumentado.
Reconhecer a IA como fator de produção é reconhecer que a economia está a entrar numa nova fase. Exige reavaliar políticas públicas, métricas económicas e modelos de crescimento. E vem redefinir a própria forma como o valor é criado.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que publicou hoje os dados agregados dos países para os quais dispõe de estatísticas, assinalou que em termos homólogos o crescimento no terceiro trimestre ficou em 1,5%, menos duas décimas que no trimestre anterior.
De acordo com um comunicado da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), “o rendimento real ‘per capita’ das famílias na OCDE aumentou 0,4% no segundo trimestre de 2025, enquanto o PIB real ‘per capita’ cresceu ligeiramente mais rápido, 0,5%”.
No total, os sistemas de saúde da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) albergam mais de 830.000 médicos e 1,75 milhões de enfermeiros nascidos no estrangeiro, refere o relatório anual “Perspetivas da Migração Internacional 2025”.
De acordo com o relatório anual da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) “Perspetivas da Migração Internacional 2025”, os 38 Estados-membros acolheram, desde 2000, mais de 50% dos migrantes, ultrapassando, no ano passado, 160 milhões de pessoas.