Ex-ministro vai liderar operação nacional de plataforma britânica que aposta na descarbonização do transporte rodoviário pesado de mercadorias em toda a Europa e no Reino Unido.
No dia 04 de abril, em audição na comissão parlamentar de inquérito à TAP, a então presidente executiva da TAP confirmou ter participado numa reunião preparatória com o grupo parlamentar do PS e membros de gabinetes do Governo, na véspera de uma anterior audição na comissão de Economia, em janeiro.
A chefe de gabinete de João Galamba considerou esta noite que o relatório da IGF sobre a indemnização de Alexandra Reis “é de tal maneira sólido” que não era preciso mais fundamentação para exonerar os presidentes da TAP.
A chefe de gabinete do ministro das Infraestruturas, Eugénia Correia, foi ouvida na comissão de inquérito à TAP, depois do ex-adjunto Frederico Pinheiro. Recorde as duas audições minuto a minuto, ao longo das mais de 12 horas de inquérito.
O governante, que vai marcar presença na CPI esta quinta-feira, 18 de maio, referiu esta terça-feira em Mangualde, que "o meu trabalho não é responder sobre a CPI, é ser ministro das Infraestruturas", passando depois a explicar todas as valências do Ministério que lidera.
Ministro das Infraestruturas vai ser ouvido na quinta-feira e o ex-adjunto de João Galamba estará na mesma CPI na quarta-feira às 14h00, anunciou António Lacerda Sales, o novo presidente da CPI, esta sexta-feira.
A opacidade, a falta de transparência e sobretudo a dúvida no funcionamento das instituições democráticas são uma doença perigosa, com uma cura lenta e dolorosa para os portugueses.
Ainda que a audição "urgente" do ministro das Infraestruturas ainda não tenha sido marcada, a CPI vai ouvir o seu ex-adjunto, Frederico Pinheiro, e a sua chefe de gabinete, Eugénia Correia, no próximo dia 18 de maio,
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa pode, se quiser, transformar-se no verdadeiro líder da oposição, condicionando, assim, o natural crescimento desta no parlamento ou fora dele.
O despacho de exoneração ainda não chegou às mãos do ex-adjunto de Galamba, Frederico Pinheiro. Isto onze dias depois do afastamento ter sido comunicado por telefone.
Chefe de Estado afastou para já a dissolução da Assembleia da República para não acrescentar “mais problemas” portugueses. Depois de pôr em causa “responsabilidade” e “credibilidade” do Governo, promete ser mais “interveniente”.
Os portugueses querem o país a andar para a frente e não um xadrez de egos e vaidades que tantas vezes cega os políticos. Isso não interessa a ninguém.
O Presidente da República quebrou o silêncio sobre a atual crise política e assumiu uma divergência política de forma inédita com o primeiro-ministro. Marcelo discorda da decisão de António Costa de não aceitar a demissão de João Galamba mas opta pela via da estabilidade após "sete anos a tentar garanti-la".
Numa declaração política no parlamento, Rodrigo Saraiva considerou que “há ainda questões por esclarecer” sobre este caso, apesar das “declarações públicas já dadas e comunicados” feitos por membros do Governo, responsáveis de forças de segurança ou pelo Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP).
Depois de se remeter ao silêncio e dizer que falaria "num destes dias", Marcelo Rebelo de Sousa admitiu uma comunicação aos portugueses pelas 20 horas desta quinta-feira.
De João Galamba a Pedro Nuno Santos, ainda são várias as personalidades que irão comparecer na CPI sobre a gestão da TAP e que prometem mais revelações que poderão comprometer o Governo no tema mais sensível deste Executivo.
"Maquiavel para Principiantes", o podcast semanal do JE da autoria do especialista em comunicação e cronista do "Jornal Económico", Rui Calafate, pode ser ouvido em plataformas multimédia como Apple Podcasts e Spotify.
O ministro das Infraestruturas apresentou a demissão, mas António Costa recusou, considerando que João Galamba tem condições para continuar no lugar, contrariando também a ideia defendida pelo Presidente da República. Oposição pede a dissolução da Assembleia da República. Tem a palavra Marcelo Rebelo de Sousa.