Aproximadamente 90% da procura foi proveniente de investidores nacionais suíços e 10% de contas internacionais, com o maior grupo de investidores a ser representado por bancos e instituições de serviços financeiros, garantindo 57% da carteira de encomendas. Seguiram-se os gestores de ativos (37%).
Os mercados terminaram a semana em ligeira baixa, penalizados sobretudo pela Reserva Federal. No entanto, a reação dos investidores à reunião da Fed e ao discurso do seu presidente, Kevin Warsh, foi aparentemente contraditória.
As encomendas industriais alemãs subiram em maio, ao contrário do que antecipavam os analistas, dando sinais de que a maior economia europeia começa a sair dos impactos do choque energético causado pela guerra no Médio Oriente. Os investidores estão atentos e, claro, mais otimistas.
Os governos não devem apenas apontar aos mega projetos de milhares de milhões de euros que dão votos, mas também para quem vem a Portugal, gasta em restaurantes, hotéis, arredamentos de curto ou longo prazo e fez desta economia uma das melhores em 2025.
Uma das leituras que ficam da Assembleia Anual da Berkshire Hathaway é esta: o maior investidor do mundo está a reduzir a sua exposição a equities porque os preços não compensam o risco, na sua perspectiva. Não é catastrofismo. É disciplina.
O presidente norte-americano avançou que as negociações com o Irão podem acontecer nesta sexta-feira, e prolongou o cessar-fogo por “três a cinco dias”, contudo isto não foi suficiente e os investidores deixaram a Europa a perder.
Otimismo moderado, mas uma visão positiva. É assim que se olha para a evolução do mercado do imobiliário, em período de ajustamento depois do crescimento recente. Novos investidores, mais sofisticados. Foco na habitação, mas também na logística e nas infraestruturas.
Esta fuga dos investidores para os fundos monetários fez com que o dinheiro depositado neste tipo de produtos se situe entre 6,7 biliões de euros e sete biliões de euros, avança a Reuters, tendo por base cálculos de entidades como o Investment Company Institute, o JPMorgan Chase e a Crane Data.
O petróleo não é apenas uma matéria-prima. É um dos pilares da economia global. Quando o seu preço sobe de forma consistente, também os custos de todos os bens e serviços aumentam.
A guerra no Irão ainda não está a afetar o mercado de fusões e aquisições. Haverá maior prudência, claro, mas ainda é cedo para sentir impactos, que serão indiretos, por causa dos preços da energia ou das taxas de juro. Os agentes do mercado estão otimistas, mas tudo depende de quanto tempo durar o conflito.
Por estar mais perto do conflito, e mais dependente de fontes de energia externa, a Europa volta a ser penalizada em termos de competitividade mundial.
O maior risco do capital de risco não é investir em inovação. É investir sem visão, é investir sem compreender que não é só sobre dinheiro, é sobre capacidade de definir e governar futuros possíveis.
Com quatro fundos abertos (FEIVMA) e três fundos fechados (FEIVMF) sob gestão, além de 1.567 participantes na sua carteira, a instituição do Grupo Standard Bank estreou-se em março de 2024 com o Standard Rendimento.
Os Estados Unidos marcaram a semana que terminou, com as negociações com o Irão, e uma possível escalada do conflito do Médio Oriente, e com os dados do PIB, que ficaram aquém das expectativas dos analistas.
Desde 2024 e até à data esta matéria já valorizou mais de 140%, e continua a subir. Para os analistas os principais motores a alimentar este rally são a “desvalorização da moeda (USD), a perda de confiança nas instituições e a persistente incerteza geopolítica (aumentando com a questão da Gronelândia, Venezuela e Irão)”.
Não temos de escolher entre ser apenas credores ou apenas acionistas, conseguimos ser ambos, de forma inteligente e alinhada com o risco que assumimos.
Num levantamento curioso, baseado em mais de 5,4 milhões de investidores, a B3 cruzou datas de nascimento com valores em custódia para descobrir quais os signos mais representados na Bolsa e quanto cada grupo investe, em média.
Semana importante economicamente, com vários dados macroeconómicos a serem conhecidos que poderão influenciar as mexidas nas taxas de juro do próximo ano.
Não se trata de canonizar Meloni, nem de importar o discurso identitário ou as tentações iliberais da sua família política. Trata-se de perceber como é que um país com fragilidades históricas consegue hoje apresentar três ativos que França e Alemanha estão a desperdiçar.
Em comunicado a empresa revela que o Schroder ETFs ICAV – Schroder Global Equity Active UCITS ETF vai “aumentar a acessibilidade à estratégia QEP Global Core da Schroders, avaliada em 24 mil milhões de dólares”. Enquanto o Schroder ETFs ICAV – Schroder Global Investment Grade Corporate Bond Active UCITS ETF, vai “ampliar a disponibilidade de uma estratégia que combina análise fundamental com ferramentas sistemáticas para melhorar a rentabilidade dos investidores”.