A Comissão Europeia aprovou, esta sexta-feira, o oitavo pedido de pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no valor de 1,1 mil milhões de euros.
No conjunto de 2026, estão previstos 171 avisos, com uma dotação global de 3,7 mil milhões de euros. Até abril, serão lançados os primeiros 100 concursos. O presidente da CIP, Armindo Monteiro, considera que é uma "boa notícia" mas defende métricas para avaliar o retorno económico dos investimentos.
O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) pagou, na última semana, aos seus beneficiários mais 81 milhões de euros e aprovou 355 candidaturas, segundo o último relatório de monitorização.
Apesar de termos um governo de maioria absoluta, o que os Portugueses sentem é a ausência de medidas, um degradar acentuado das instituições e um governo que se vai desfazendo.
O Governo tem falhado no apoio à recuperação da economia e nos apoios sociais às famílias, não conseguindo travar uma crise social que está aos olhos de todos.
O Portugal 2030 deverá, pois, centrar-se em três pilares estratégicos alicerçados num conjunto bem preciso de desafios: as pessoas, o território e as empresas.
Assumir a ação climática como prioridade efetiva, e o ambiente como fator de coesão territorial, é contribuir para a diminuição dos impactos socioeconómicos nas pessoas e nas desigualdades no nosso território.
Existe uma visão economicista, que não permite gastos supérfluos e que mede o sucesso de um evento pelas receitas de bilheteira, como se esse fosse o único indicador possível para um serviço cultural de qualidade.
A previsão para o curto prazo é encorajadora, mas os dados que se apontam para os anos seguintes são um aviso para executarmos as reformas consideradas indispensáveis e aplicar devidamente os fundos disponíveis.
A adesão ao Euro deu mais estabilidade económica, mas também trouxe muitas outras vulnerabilidades. O endividamento é a mais evidente, mas há a taxa de câmbio entre a zona euro, os EUA e a China.
O único caminho de sucesso neste combate é intervir nos povoamentos florestais, sem esquecer que estamos a ser financiados pelas centenas de milhões de fundos afetos ao PRR, onde o valor previsto para a floresta é irrisório.
Para que foi criado um novo banco, o Banco de Fomento, de raiz? O Estado já tinha o maior banco português, com recursos e 'compliance' necessários e suficientes, para dar resposta à canalização dos fundos PRR para as empresas.